Elvas

Exclusivo: Elvas poderá concessionar Coliseu Rondão de Almeida à empresa gestora do Campo Pequeno, revela Vice-Presidente (c/som)

Publicado em Regional 10 novembro, 2018

O Vice-Presidente de Elvas, Cláudio Carapuça, admitiu em exclusivo à Campanário que o município está em negociações com o intuito de concessionar o Coliseu Rondão de Almeida à empresa gestora do Campo Pequeno, para a realização de eventos tauromáquicos.

O autarca refere que “nós padecemos de um problema, que é a falta de escala”, admitindo que no Alentejo “somos bons mas somos poucos e precisamos de aumentar essa escala”, mesmo numa cidade como Elvas, que “acaba por estar bem servida de equipamentos” pois “em boa hora se aproveitaram os fundos disponíveis na altura” para a realização do Coliseu José Rondão de Almeida e o Centro de Negócios Transfronteiriço, que “precisam de ser potenciados”.

No fundo, o objetivo do município é “dinamizar com outra dimensão esses equipamentos”, face ao potencial existente entre as cidades dos dois lados da fronteira, contando com os 160 mil habitantes de Badajoz. Visitantes “que vêm até Elvas, não só para a pista de gelo, mas também pela gastronomia e pelo património”.

Por isso, esclarece Cláudio Carapuça, o Coliseu, enquanto equipamento, “estarmos a tentar e estamos sempre atentos e disponíveis para estabelecer parcerias, como por exemplo, com a gestão do Campo Pequeno, ou outro tipo de empresários”, pois “sozinhos é muito difícil”.

Assim, “temos desenvolvido alguns contactos nesse sentido, de podermos concessionar”. Contudo, “neste momento não há nada definido” e “estamos é atentos à necessidade de estabelecer parcerias”.

Questionado sobre o modelo de parceria ou concessão, o Vice-Presidente do município refere “o coliseu também tem uma atividade própria do município” e que por isso “é preciso compatibilizar” os eventos tauromáquicos com essa agenda, “porque o espaço é municipal”.

No fundo “há uma série de iniciativas que estão consolidadas e que nós pretendemos mante-las na mesma forma, porque o que está bem não há necessidade de se mudar, há necessidade de se melhorar e aperfeiçoar”. Nesse sentido “nós estamos a trabalhar, com quem percebe do assunto, porque, no fundo, a entidade gestora do Campo Pequeno já deu provas de ser capaz de dinamizar aquele espaço de uma forma significativa”. Cumprindo assim o objetivo de trazer até à região eventos de “grandeza nacional e até internacional”.

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