Evora

Físico da Universidade de Évora admite 2019 como um dos anos mais quentes e o Alentejo a região que será mais afetada.

Publicado em Regional 22 abril, 2019

O físico meteorologista Rui Salgado, da Universidade de Évora, admitiu que 2019 possa ser "um ano ao nível dos mais quentes desde que há registos", não só em Portugal, mas a nível do planeta.

Se virmos a evolução da temperatura do planeta, os quatro últimos anos, entre 2015 e 2018, foram aqueles em que as temperaturas médias foram mais elevadas desde que há registos", Segundo o físico meteorologista, a evolução demonstra que se está a assistir a um aquecimento global e que a tendência é de continuidade.

"O mês de janeiro deste ano e não foi só em Portugal que isso aconteceu foi o segundo mais quente em termos globais desde que há registos", pelo que tudo indica que este ano vai estar ao nível dos anos mais quentes desde que há registos, alertou Rui Salgado.

Em declarações à agencia Lusa, fala sobre a situação de seca que volta a afetar Portugal, o investigador da UÉ afirmou que "a tendência parece ser esta  quanto a 2019 poder vir a ser particularmente quente, no país e no mundo.

Quanto a Portugal, segundo as mesmas projeções do clima, o Alentejo é a região que será mais afetada no que diz respeito à diminuição da precipitação.

"Há uma tendência global", que é a que "os estudos mais recentes indicam", que no Alentejo, "além do aumento da temperatura, haverá uma diminuição da precipitação e, portanto, o aumento da probabilidade de secas.

 

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