Beja

Hospital de Beja "terá finalmente ressonância magnética em 2020", diz autarca (c/som)

Publicado em Regional 09 agosto, 2019

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) garantiu financiamento através de fundos comunitários para a aquisição de um equipamento de ressonância magnética para o Hospital de Beja, que custa um milhão de euros.

Paulo Arsénio, presidente da Câmara Municipal de Beja, refere aos microfones da Campanário que “temos um conjunto de equipamentos novos no Hospital de Beja”, no entanto “falta-nos um equipamento fundamental, que é a ressonância magnética”. O autarca deixa a garantia de que “já aprovámos a candidatura para que esse equipamento possa ser adquirido”.

As conversações com a tutela decorrem, referindo Paulo Arsénio que “esperamos que os procedimentos possam ser acelerados, para que em 2020 possamos ter finalmente uma ressonância magnética”.

“A ressonância magnética é o equipamento de ponta que nos falta”
Paulo Arsénio

Com a aquisição deste equipamento “muitos doentes não vão ter de sair da cidade de Beja para sítios longínquos”, é a garantia deixada pelo autarca.

O edil refere ainda aos nossos microfones que após esta candidatura, estará na calha uma outra, com vista a “ampliação do Hospital de Beja”.

Questionado pela RC sobre carências ao nível da mão de obra clínica, Paulo Arsénio confirma “carências de profissionais, não de enfermagem, mas sim ao nível médico de algumas especialidades. O autarca refere “a especialidade de obstetrícia e cardiologia” como aquelas “onde temos uma carência grande ao nível dos anestesistas”.

“O país chegou a um estado de carência de médicos especialistas em várias unidades”
Paulo Arsénio 

Apesar de reconhecer todas estas carências o autarca considera que “esta situação não coloca em causa o regular funcionamento do nosso serviço hospitalar”, acrescentando que “apenas preocupa uma especialidade ou outra que pode ser colocada pontualmente em causa”.

 A Campanário procurou saber se a nova lei de bases da saúde irá colmatar algumas destas lacunas.

Para Paulo Arsénio “a nova lei de bases da saúde vem sublinhar a posição do partido socialista”, explicando depois que “nenhum português poderá ficar desprotegido pelo SNS e o privado será sempre um complemento”.

O autarca defende ainda a “a preservação do SNS” como uma questão fundamental.
 

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