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Alentejo

Nisa

PORTAS DE ROSAO

Instituto investe mais de 159 mil euros na restauração de habitats de Portas de Ródão (Nisa)

Regional 11 Mar. 2021

O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) encontra-se a realizar trabalhos de restauro de habitats e prevenção estrutural contra incêndios no monumento natural das Portas de Ródão, conforme avança a Lusa.

O projeto de restauro de habitats e prevenção estrutural contra incêndios está a ser desenvolvido pela Direção Regional do Alentejo, na área protegida que abrange os concelhos de Nisa, no distrito de Portalegre.

Os trabalhos de restauro contemplam um investimento de 159 mil euros e devem ficar concluídos durante este ano. A empreitada surgiu na sequência do incêndio de 2017, que consumiu cerca de 70% da área protegida, com a destruição de vários habitats característicos que causaram prejuízos para a paisagem e para a biodiversidade.

Os custos com a realização destas operações são suportadas, na íntegra, pelo ICNF, através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

Nos trabalhos em curso estão a ser plantados zimbros, sobreiros e azinheiras numa área com 50 hectares, em manchas não contínuas, abrangendo situações de adensamento, rearborização e arborização de novas áreas.

O monumento natural das Portas de Ródão é uma área protegida criada em 2009, com 965 hectares, sendo 446 no concelho de Vila Velha de Ródão e 519 no concelho de Nisa.  A criação do monumento natural deveu-se à necessidade de preservação das formações geológicas e geomorfológicas, das espécies e dos habitats naturais, bem como à necessária proteção e valorização da paisagem e preservação dos sítios de interesse arqueológico. O monumento é o habitat de uma comunidade de aves de grande interesse conservacionista, destacando-se a presença de uma colónia de grifos nas escarpas, e a ocorrência de águia-de-bonelli, cegonha-preta, abutre-do-egipto e andorinhão-cafre. Relativamente à flora, o zimbro (Juniperus oxycedrus lagunae), apresenta uma população associada às escarpas rochosas e áreas adjacentes, sendo esta área a mais meridional da espécie em Portugal e formando o habitat prioritário de florestas de zimbros.

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