Alandroal

Mota Engil com "dificuldades em conseguir mão de obra no Alentejo" para obra da ferrovia, diz pres. executivo (c/som)

Regional 13 Set. 2019

Decorreu na tarde desta quarta-feira (11 de setembro), em Alandroal, a cerimónia de Consignação da Empreitada do troço ferroviário Freixo/Alandroal, que integra o Corredor Internacional Sul (Sines-Caia), entre a Infraestruturas de Portugal e o consórcio vencedor, Mota-Engil, Engenharia e Construção S.A.

Para o presidente executivo da Mota Engil, Horácio Sá, esta empreitada irá criar “cerca de 500” postos de trabalho “apenas no lote afeto a nós”.

Os problemas de falta de mão de obra que se verificam no interior do país, especialmente no Alentejo já se fazem sentir, referindo Horácio Sá que “confesso que estamos a ter dificuldades em termos de mão de obra local”.

“Estamos a ter dificuldades em termos de mão de obra local”
Horácio Sá

No entanto o presidente executivo da Mota Engil refere que o problema será combatido “com mão de obra própria de outras zonas do país”.

Questionado pela RC sobre qual o processo para eventuais interessados, Horácio Sá refere que “podem dirigir-se ao estaleiro”.

Relativamente a números de funcionários, o presidente executivo explica que “não vamos começar com a mesma carga de pessoal que teremos durante a obra”, deixando, no entanto, a garantia de que “dentro de meio ano teremos aqui entre 400 a 500 pessoas a trabalhar”.

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