Alentejo

Medo de ser assaltado ou agredido é “mais acentuado” no Alentejo, revela estudo da APAV

Publicado em Regional 18 janeiro, 2018

No Alentejo e no Algarve, pessoas com mais de 65 anos sentem mais receio de serem assaltados ou agredidos, de acordo com um inquérito da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, divulgado esta quarta-feira (17 de Janeiro).

O inquérito revela que apenas 10% dos inquiridos considera a zona onde reside como perigosa ou insegura, enquanto em 2012 o mesmo estudo registou 19%, dos quais, 55% dizem que essa perceção de insegurança é maior durante a noite.

O mesmo estudo indica ainda que mais de 75% da amostra não receia ser assaltada ou agredida (58% em 2012), sendo que no Alentejo e no Algarve “o receio de ser assaltado ou agredido é mais acentuado” nas pessoas com 65 ou mais anos (22% da amostra), um receio “maior” em outras zonas que não a de residência ou de trabalho e “durante a noite”.

Os dados resultam de 600 entrevistas feitas entre 24 de outubro e 11 de novembro a pessoas com 15 ou mais anos, residentes em Portugal continental, e indicam “uma tendência para a expressão de um menor sentimento de insegurança por parte da amostra, quando comparados com os resultados obtidos em 2012”.

O “clima de mais otimismo, de maior segurança e de crescimento económico”, são alguns dos motivos mais evidentes apresentados por Carmen Rasquete, secretária-geral da APAV, para o maior sentimento de segurança na população portuguesa.

 

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