Ponte de Sor estreia-se como partida da Volta a Portugal em Bicicleta

Regional 25 Jul. 2021

É na capital portuguesa que tudo começa. O Prólogo da competição, a 4 de agosto, tem a Praça do Império, junto ao Centro Cultural de Belém, o ponto de Partida e Chegada. O percurso, na Avenida da Índia, deste contrarrelógio individual terá 5,4 quilómetros.

Na 1ª etapa, o pelotão, com cerca de 130 corredores, começará o dia por homenagear a grande figura da modalidade que foi Joaquim Agostinho. A partida será dada em Torres Vedras. Até Setúbal, serão 175,8 quilómetros, com passagens por Sobral de Monte Agraço, onde estará instalado o primeiro Prémio de Montanha da prova, com as Metas Volantes de Alenquer, Arruda dos Vinhos e Palmela a conduzirem a “Caravana” à cidade sadina, onde, na  Avenida Luísa Todi, depois de uma contagem de Montanha de 2ª categoria no Alto da Arrábida, finalizará a Etapa, conforme nota de imprensa enviada à RC.

Ponte de Sor será o próximo destino. A cidade do Alto Alentejo estreia-se como Partida da Volta a Portugal Santander, na 2ª etapa, a 6 de agosto. Esta presença resulta de uma parceria conjunta com os municípios do Crato, Portalegre, Castelo de Vide e Nisa, que reuniram condições para proporcionar esta oportunidade à região. O percurso é composto por três metas volantes (Crato, Portalegre e Vila Velha de Ródão) e três Prémios de Montanha de 3ª categoria, em Monte Paleiros, Serra de Ródão e Retaxo. Serão 162,1 quilómetros até ao empedrado da Avenida Nuno Álvares, no centro da capital da Beira Baixa, Castelo Branco.

Sábado, 7 de agosto, está reservado para a 3ª etapa com um percurso de 170,3 quilómetros entre a Sertã e a Covilhã terminando o dia na Torre, o ponto mais alto de Portugal Continental, com quase dois mil metros de altitude. A prova vai passar por Oleiros, Fundão e, depois de passar na Covilhã, será sempre a Montanha a dominar. Haverá quatro contagens para a classificação do “Rei dos Trepadores”, que terá este ano uma distinção diferente, a Camisola das Bolinhas - Continente. No pico da Serra da Estrela encontra-se a tarefa mais difícil, o Prémio de Montanha de Categoria Especial, que coincide com a meta, na Torre.

Antes do dia de descanso, o pelotão ainda terá pela frente 181,6 quilómetros na 4ª etapa da 82ª Volta a Portugal Santander que tem partida marcada para Belmonte. Até à meta, na Guarda, o pelotão vai passar por Caria, pela aldeia histórica de Sortelha, no Sabugal, rumando de seguida a Pinhel e Celorico da Beira. Será com a entrada na freguesia de Videmonte, localidade mais alta do concelho da Guarda, que a corrida, verdadeiramente, se endurece com um Prémio de Montanha de 2ª categoria. Sendo a Guarda a cidade mais alta de Portugal e para justificar esse apanágio, os corredores ainda terão de enfrentar, na parte final da etapa, um Prémio de Montanha de 3ª categoria, coincidente com a linha de chegada, no Largo Gen. Humberto Delgado.

Vão participar 19 equipas, podendo cada conjunto alinhar com um máximo de sete corredores. Ao todo, o pelotão terá cerca de 130 corredores que vão percorrer os 1568,2 quilómetros desta edição repartidos por dez etapas. A Volta faz-se com dois contrarrelógios individuais (Prólogo e última Etapa), 27 metas volantes e 33 prémios de montanha (4 Contagens de 1.ª categoria, 5 Contagens de 2.ª categoria, 13 Contagens de 3.ª categoria,10 Contagens de 4.ª categoria e 1 Contagem de Categoria Especial - Torre).

Entre as equipas destaca-se a Movistar, formação do Escalão UCI World Teams, mas há mais:

- 7 equipas do Escalão UCI Proteams

- 11 equipas do Escalão UCI Continental Teams

- 9 equipas portuguesas

- 5 equipas espanholas (segundo país com maior representatividade)

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