Alentejo

“Sentimos que as empresas não têm capacidade produtiva” para assumir as obras públicas que vamos lançando, diz Ministro do Planeamento (c/som)

Publicado em Regional 17 abril, 2019

A reprogramação de fundos comunitários disponibilizou 50 milhões de euros para a requalificação das escolas, valor que o Ministro do Planeamento considerou insuficiente.

Em declarações à RC, Nelson de Souza, Ministro do Planeamento, diz que a reprogramação concluída no final de 2018, permitiu desbloquear 13 milhões de euros para as escolas do Alentejo, sendo que “no próximo período de reprogramação”, entre 2021 e 2027, se irá negociar novamente “com a comissão europeia” com base nas prioridades então encontradas.

Questionado sobre o facto de as empresas não estarem a responder aos concursos para adjudicação das grandes obras públicas, aponta que surge em consequência da Troika, que “teve um efeito devastador no setor das obras públicas e da construção civil”. Contudo,

considera que “está naturalmente a recuperar”.

“Naturalmente estamos a sentir que não há oferta, que não há capacidade suficiente da parte das empresas”
Nelson de Souza

 

O governante avança que decorreu recentemente uma reunião com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses, na qual foi acordado “aprofundar as razões da falta da capacidade de resposta do setor das obras públicas” aos concursos que vão sendo lançados, e perceber como a podem aumentar.

Com a certeza de que o governo e as autarquias querem aumentar o investimento público em vários níveis, desde as infraestruturas à reabilitação urbana, aponta que já “existem muitos investimentos contratados em matéria de financiamento com os fundos estruturais” que terão de ser executados.

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