Saude

Suicídio é uma realidade a que se “deve dar a importância que tem”, diz presidente da ARS Alentejo (c/som)

Regional 28 Set. 2018

Ao longo do mês teve lugar a campanha Setembro Amarelo – Mês Internacional de Prevenção ao Suicídio. Uma iniciativa mundial, à qual as unidades de saúde e entidades regionais aderiram com várias atividades de sensibilização, nomeadamente caminhadas e tertúlias.

José Robalo, presidente da ARS (Administração Regional de Saúde) do Alentejo, afirma à RC que se trata de uma realidade que “deve ser considerada” e à qual se “deve dar a importância que ela tem”.

A campanha Setembro Amarelo visa despertar a atenção das pessoas, nomeadamente dos profissionais de saúde, para eventuais sinais de risco que possam surgir, explica o dirigente, visando “diminuir o número de casos relacionados com este problema de saúde mental”.

Relativamente às causas, José Robalo afirma que existem “várias interpretações” nomeadamente “relacionadas a aspetos culturais”, assim como “circunstâncias próprias do âmbito da saúde mental mais verificáveis”, entre elas a depressão.

Nestes casos, há sinais que permitem identificar o risco, pois trata-se de “pessoas que perdem o interesse pela vida, andam tristes e que se isolam”.

 “Situação tem tido uma tendência muito ligeira de diminuição"

Contudo, o número de casos registados “tem ido uma tendência muito ligeira de diminuição”, sendo que num total de cerca de 480 mil habitantes, se verificam cerca de 15 casos por 100 mil habitantes ao ano.

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