Alentejo

Um milhão de euros para a barriga de predadores

Publicado em Regional 18 janeiro, 2017

Custará um milhão de euros, o projeto de criação de coelhos-bravos, que posteriormente irão alimentar nas serras da Malcata, de São Mamede e na área de Moura/Barrancos o maior predador da Península Ibérica, o Lince-Ibérico.

Com a supervisão da EDIA, Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, irão ser alojadas, nos concelhos de Castelo de Vide, Sabugal e Penamacor, a rede de criação de coelhos-bravos, projeto este, candidata ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR). A soma adiantada, cerca de um milhão de euros, vem permitir a execução ações de controlo das espécies predadoras, construção e requalificação de cercados, criação de morouços (tocas artificiais) e sementeiras, em prol da criação de coelhos-bravos.

Nos últimos anos tem-se verificado uma diminuição na população de coelhos-bravo, principalmente por intermédio de doenças virais, Doença Hemorrágica Viral (DHV) e mixamatose.

Assim, o Lince-Ibérico, sendo o principal predador da Península Ibérica, virá a regular de novo os ecossistemas das regiões interiores, onde se tem notado o aumento de outro tipo de animais, tais como as raposas, saca-rabos e furões.

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