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Portalegre

“Uma das nossas ambições é fechar a fileira formativa da área do Turismo, com a abertura de um mestrado”, frisou diretor da ESECS do Politécnico de Portalegre (C/SOM)

“Uma das nossas ambições é fechar a fileira formativa da área do Turismo, com a abertura de um mestrado”, frisou diretor da ESECS do Politécnico de Portalegre (C/SOM) Fotos: ESECS
Regional 04 Jul. 2020

Fernando Rebola, diretor da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Politécnico de Portalegre (IPP), afirmou, em declarações à Rádio Campanário, que uma das bandeiras e ambições da sua direção é “fechar a fileira da oferta formativa na área do turismo” e informou que está em curso, conjuntamente com outras instituições, uma proposta para a criação de um mestrado nessa área, que espera estar pronta até outubro deste ano. O diretor da ESECS deixou a garantia que “estamos a trabalhar uma proposta forte nessa área” e “se não for apresentada no próximo outubro será em breve”.

“Os estudantes do curso de Turismo têm outras soluções de mestrado, não nessa área, mas no seio do IPP, se quiserem continuar o seu percurso connosco, nomeadamente na área da gestão, da comunicação. Apesar destas alternativas não inviabiliza, e volto a dizer que é uma bandeira desta direção, a criação de um mestrado na área do turismo para fechar essa fileira”, frisou Fernando Rebola.

O diretor da ESECS enalteceu que “estamos sempre muito atentos a vários aspetos quando concebemos a nossa oferta formativa. O primeiro dos quais prende-se com aquilo que são as entidades regionais, quer de natureza política, quer de natureza social, cultural e económica também, designadamente as empresas que constituem o nosso tecido económico”.

“Gostamos e ouvimos sempre aquilo que são as expectativas dos nossos estudantes, relativamente àquilo que são as nossas propostas no âmbito da oferta formativa. Também temos de garantir um conjunto de condições para que estas ofertas sejam concretizadas e que fique claro que muitas vezes não são fáceis de conseguir, porque são condições que se prendem, por um lado com a composição do corpo docente e a sua qualidade em termos de doutorados, de especialistas e também aquilo que é o investimento ao nível da investigação e desenvolvimento nestas áreas e a respetiva produção científica. Há aqui um conjunto de aspetos a considerar quando se propõe nova oferta formativa para acreditação e a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) é muito exigente do ponto de vista da apreciação destas condições, para além das outras condições que a escola tem de garantir”.

Fernando Rebola referiu ainda que o Politécnico de Portalegre tem dado passos muito firmes na área da investigação “nomeadamente com a acreditação, que aconteceu este ano, de uma unidade de investigação do IPP que é o VALORIZA. Trata-se de uma unidade de investigação, que permite concentrar um conjunto de investigadores e o desenvolvimento de projetos em diferentes áreas, designadamente na área da valorização dos territórios transfronteiriços de baixa densidade, permitindo assim o desenvolvimento de projetos, de produção científica, tornando as nossas propostas mais firmes”.

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