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Unidade de Cuidados Intermédios do Hospital de Évora já recebeu 23 doentes

Regional 31 Mar. 2021

A nova Unidade de Cuidados Intermédios Médicos do Hospital de Évora entrou em funcionamento este mês.

É um projeto inovador que funciona em articulação com os serviços de urgência e de medicina intensiva. Desde a sua abertura, já recebeu 23 doentes.

Tem capacidade para seis doentes, dois dos quais em isolamento, onde a monitorização é contínua. O número de camas pode aumentar, em função da situação epidemiológica da região.

Uma Unidade pioneira, segundo o HESE, e parte integrante do mais recente Centro de Responsabilidade Integrada (CRI) daquele hospital, constituído pelos Serviços de Urgência e Emergência e de Medicina Intensiva (CRISUMEDI), o primeiro CRI a nível nacional da área da urgência, emergência pré-hospitalar e medicina intensiva.

A UCIM (nível 1) inicia a sua atividade com uma capacidade de 4 camas para doentes que não necessitem de isolamento e 2 camas para doentes com necessidade de isolamento, num total de 6 camas.

De acordo com o hospital, a curto/médio prazo, em função da situação epidemiológica na região, poderá aumentar a sua capacidade para 9 camas. Receberá doentes, dos vários serviços de internamento e do Serviço Urgência, que necessitem de uma vigilância e de um tratamento que não é possível ser realizado em enfermaria, em idênticas condições de qualidade e segurança, ou seja, de uma monitorização mais frequente e não invasiva, ou minimamente invasiva, do risco de falência de órgão e sem necessidade de suporte invasivo de órgão (sendo estes últimos internados nas Unidades de Cuidados Intensivos de nível 2 ou 3 já existentes).

O HESE destaca ainda que a UCIM é um dos primeiros projetos do CRISUMEDI, o primeiro CRI a nível nacional da área da urgência, emergência pré-hospitalar e medicina intensiva, que tem como objetivos centrais: melhorar os tempos de resposta, aumentar a acessibilidade dos utentes, fazer uma melhor articulação e integração com os serviços do HESE e com os cuidados de saúde primários, investir na formação dos profissionais, na investigação, e na diferenciação da atividade assistencial.

Com SIC Notícias e www.sns.gov.pt

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