Estremoz

Concurso de Equitação do RC3 juntou "cerca de 30 conjuntos" de todo o país em Estremoz, diz Comandante. A RC mostra-lhe as fotos (c/som)

Publicado em Reportagens 05 outubro, 2019

O Regimento de Cavalaria nº 3 de Estremoz realizou esta sexta-feira e sábado (4 e 5 de outubro), o XXXVII Concurso Nacional Combinado de Equitação “Dragões de Olivença”, destinado a cavaleiros militares, alunos dos estabelecimentos militares e civis convidados.

A RC acompanhou a Prova de Obstáculos na manhã de sábado, que teve lugar no Castelo de Estremoz, e falou com o Coronel Jorge Pedro, Comandante do Regimento de Cavalaria nº3 (RC3) de Estremoz.

O Coronel declara que a prova contou com a participação de 30 conjuntos (cavaleiro e cavalo), oriundos de vários pontos do país, sendo 2 dos cavaleiros civis, e os restantes militares.

O concurso é denominado combinado, explica, porque “combina várias provas”, sendo que sexta-feira decorreram, na Carreira de Tiro de Santa Vitória do Ameixial, uma Prova de Ensino e uma Prova de Campo. Na primeira, “o cavaleiro mostra o que o cavalo consegue fazer”, nomeadamente em termos de “obedecer às ordens e a determinadas figuras”. Na Prova de Campo, contrariamente aos típicos obstáculos que caem quando o cavalo lhes bate, estes são fixos, indo desde troncos a muros de pedra. Nesta, “só tem duas soluções, ou o cavalo passa para o outro lado, ou passa o cavaleiro e o cavalo fica deste lado”, graceja. Pela dificuldade e possibilidade acrescida de lesões que impeçam de participar na Prova de Obstáculos, há cavaleiros que optam por não a fazer. Avança que houve apenas uma queda a registar, sendo que depois do susto inicial, se veio a verificar que o cavaleiro ficou bem.

O concurso é “aberto a todos os cavaleiros nacionais, e faz parte do calendário a Federação Equestre Portuguesa”, sendo que os participantes, estado inscritos na federação, “podem pontuar para as provas anuais que realizam”. Este ano, o CNC contou com a participação de “cerca de 30 conjuntos”, sendo 2 cavaleiros civis, oriundos do norte do país, e os restantes militares, nomeadamente 3 do RC3, 6 do Colégio Militar, 2 oficiais da Academia Militar, 6 da GNR de Lisboa, e ainda militares da Escola de Armas de Mafra, e de Braga.

Esta prova hípica procura, para além da participação, momentos de confraternização e de sã camaradagem entre cavaleiros militares e civis convidados, ao mesmo tempo que pretende vincar uma tradição equestre entre as Unidades Militares de Cavalaria.

 

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