Estremoz

Cruz Vermelha de Estremoz e Segurança Social assinaram protocolo que beneficiará 100 famílias do Rendimento Social de Inserção (c/som e fotos)

Publicado em Reportagens 21 janeiro, 2019

A Delegação de Estremoz da Cruz Vermelha e a Delegação Distrital da Segurança Social de Évora, assinaram esta segunda-feira (21 de janeiro), um Protocolo de RSI (Rendimento Social de Inserção), que beneficiará 100 pessoas do concelho de Estremoz.

Em declarações à RC, José Ramalho, presidente do Centro Distrital da Segurança Social de Évora, afirma que esta “adenda” ao protocolo existente, permite um “atendimento de mais proximidade junto de uma realidade social de Estremoz, que são os beneficiários do RSI”.

Simultaneamente, viabiliza a “a manutenção de 5 postos de trabalho”.

“O rendimento social de inserção é uma medida temporária, as pessoas não podem continuar a olhar para esta medida como definitiva”
José Ramalho

 

“Achamos que vai melhorar o atendimento aos beneficiários dessa resposta”, aponta.

O dirigente destaca que as obrigações dos beneficiários sob pena de cancelamento deste apoio, nomeadamente “apresentações frequentes” e procura de trabalho ativa, visando “tornar aqui esta prestação mais transparente”.

Contudo, recorda que o RSI é uma medida temporária, e que a procura de emprego “implica uma ação proativa das pessoas, não podem estar sempre à espera dos apoios do Estado”, conclui.

Rosália Cardanha, presidente da Delegação de Estremoz da Cruz Vermelha, explica à RC que este protocolo beneficiará 100 famílias de Estremoz identificadas pela Segurança Social, a nível social e de ganho de competências.

“O que importa não é apenas tratar do sofrimento físico, mas também daquele que é da alma”
Rosália Cardanha

 

Com uma equipa “constituída por 3 auxiliares de ação direta, por 1 psicólogo e por 1 assistente social”, apoiada financeiramente pela Segurança Social, a Cruz Vermelha atuará em conjunto com o Núcleo de Inserção de Estremoz.

A dirigente aponta que o protocolo é importante “porque é uma forma de contribuir, nas situações mais carenciadas, para o acompanhamento, mas também para ganhos nas competências” sejam elas “pessoais, sociais, familiares”.

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