Portalegre

IPP aponta ao mercado internacional para prevenir quebra no mercado nacional, diz presidente no 37º aniversário do Politécnico (c/som e fotos)

Reportagens 28 Nov. 2017

A celebrar o seu 37º aniversário, o Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) assinalou a data com o “Dia do IPP” esta segunda-feira, 27 de Novembro.

O dia ficou marcado por iniciativas solidárias, pelas intervenções, uma conferência sobre “A cidade romana da Ammaia” e a “entrega de Prémios e Distinções aos melhores alunos do 1º ano.

Em declarações à RC, o presidente do IPP, Albano Silva refere que, ao longo deste ano de atividade, houve “forte empenho na internacionalização, investigação, melhores ofertas formativas e afirmarmo-nos como âncora do desenvolvimento regional”.

Embora tenham ingressado na instituição mais alunos do que no ano anterior, a taxa de formação do IPP reduziu no Alentejo, algo que para o presidente considera “natural” a diminuição.

Segundo Albano Silva, a região alentejana tem “um número de alunos que termina o Ensino Secundário e tem capacidade de entrar no Ensino Superior que por vezes não chega a 500 num ano”, motivo pelo qual, refere que “somos de uma região com poucos jovens, e daí, não podemos querer ter milhares de alunos”.

“Estamos a atravessar um bom momento na captação de alunos”, sustentou o presidente, reconhecendo que, “temos que solidificar o mercado internacional” para colmatar “qualquer quebra que possa vir a acontecer demograficamente no mercado interno, como se prevê a partir de 2020”, tendo sido duplicado o número de alunos internacionais na instituição.

No que concerne a Mestrados, que ocorreu uma redução no IPP, Albano Silva refere que, “procuramos o problema”, sustentando que, embora não tenha a certeza, de que “muitos dos alunos terminam a licenciatura e, felizmente, o país está-lhes a abrir portas no mercado de trabalho”, algo que não é compatível.

Por outro lado, os alunos “podem querer fazer o Mestrado fora região”, ou então, “porque o dinheiro não abunda”. Ainda assim, Albano Silva refere que “a questão está em pensar, exatamente, que tipo de Mestrados mais precisa a região e encaminhar os alunos para as necessidades regionais”, algo que, pode permitir que os alunos fiquem no Alentejo.

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