Elvas

Mais de 150 professores da Eurocidade reuniram para explorar “outras soluções de ensino”, diz vereador de Elvas (c/som e fotos)

Publicado em Reportagens 11 outubro, 2018

Elvas acolheu esta quarta-feira, dia 10 de outubro, o I Encontro de Professores da Eurocidade Elvas – Badajoz – Campo Maior, no âmbito do Eurobec.

A iniciativa juntou mais de 150 professores das três cidades, para debate de possíveis projetos de intercâmbio e colaboração no âmbito da Eurocidade.

Sérgio Ventura, vereador da Câmara Municipal de Elvas, afirma à RC que a iniciativa visa permitir aos professores encontrar “novas ferramentas, para que o ensino possa ser melhor”.

 "I Encontro de professores foi marcado pelo êxito"

 

O número de inscrições demonstra o êxito da iniciativa, assim como “a importância da Eurocidade” porque “seria difícil de reunir este número de professores” sem esta ligação.

O objetivo é assim “encontrar um conjunto de ideias”, num intercâmbio que possibilite “que os nossos jovens possam ter outras soluções de ensino”.

João Muacho, vice-presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, afirma que a “Eurocidade não é um projeto para hoje, é para o futuro”.

 “A educação é um dos pilares mais importantes para a constituição desta Eurocidade”

 

Considerando a importância da educação na construção de sociedade, e que esta deve priorizar os mais novos, a iniciativa possibilitará que os alunos tenham a oportunidade de realizar “intercâmbios entre estas três localidades.”

Maria José Barras, teniente de alcalde del Ayuntamento de Badajoz, afirma à RC que a educação “é um elemento chave” para a sociedade e para os projetos da Eurocidade, destacando a importância de os jovens conhecerem a história comum entre os dois países.

 “Os projetos da Eurocidade não serão nada, se não se começar pela educação”

 

As referidas jornadas pretenderam informar os professores “de todas as possibilidades” resultantes do Eurobec, considerando que “questões muito amplas, podem ser interessantes para pequenos projetos”.

Desta forma, no decorrer da iniciativa foram criados grupos de trabalho para apresentação de propostas conjuntas para diversos anos de escolaridade, que poderão contar com apoios europeus e locais.

Questionada se os professores do outro lado da fronteira apresentam as mesmas reivindicações que os professores portugueses, a autarca afirma que “no caso de Espanha é exatamente igual”.

Desde as colocações fora da sua região ao congelamento das carreiras, sendo a grande adesão a estas jornadas um espelho da similaridade entre os sistemas de ensino, e de que as “inquietações, interesses e preocupações comuns”.

 

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