Elvas

“Tal como em nossa casa não podemos fazer as obras todas de uma vez, estamos dependentes dos fundos comunitários", diz Pres. Elvas (c/som e fotos)

Publicado em Reportagens 19 setembro, 2019

Decorreu esta quinta feira, 19 de setembro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho em Elvas, apresentação de obras e melhoramentos que têm sido efetuados no concelho nos últimos meses.

A Rádio Campanário esteve presente a convite do Município de Elvas, e falou com o autarca Nuno Mocinha.

O Presidente da Câmara Municipal de Elvas, começa por explicar aos nossos microfones que este convite serviu “para que a câmara municipal de Elvas vá fazendo a devida promoção das obras que são cofinanciadas por fundos comunitários”.

Nuno Mocinha refere que a oportunidade foi aproveitada “para dar a conhecer algumas obras que já terminaram e que no fundo era importante as pessoas saberem qual a sua finalidade”.

O edil destaca “as obras na parada do castelo e na avenida 14 de janeiro”, não esquecendo o alargamento da faceira da cisterna”.

Foi também dado a conhecer “a fase em que está o museu de etnografia, bem como as requalificações que estão previstas ao longo das muralhas” da cidade.

O autarca deu também a conhecer “o inicio da obra da E. B. 2, 3 de Santa Luzia”, e ainda “a resolução que foi dada ao sistema de águas residuais em Varche e na Calçadinha”.

Aos microfones da RC, Nuno Mocinha refere também que “investimos ao nível da iluminação cénica e pública”, explicando depois que “estamos a introduzir leds, por forma a reduzir os consumos e a fatura da eletricidade”.

Existem também outras obras “mais pequenas”, das quais o autarca destaca “a instalação de um parque polidesportivo no primeiro ciclo de Santa Luzia” e ainda “as novas instalações da alfandega, localizadas na praça da república”, o que para o autarca “vai dinamizar e trazer mais pessoas ao centro da cidade”.

“Vamos adequando os gastos, não de acordo com a nossa vontade, mas com a forma como podemos ir buscar os fundos”
Nuno Mocinha

Questionado pela RC sobre a gestão financeira necessária para atingir todos estes financiamentos, Nuno Mocinha refere que “tal como em nossa casa não podemos fazer tudo de uma vez, as coisas têm de ser feitas de acordo com o orçamento disponível”.

Nuno Mocinha explica que “para além do fundo de equilíbrio financeiro” proveniente do Estado, a Câmara de Elvas “tem fundos comunitários dos quais se socorre”.

A autarquia elvense “identifica as necessidades, mas fica condicionada na ação pela disponibilização dos fundos”, segundo explica Nuno Mocinha.

Apesar dos condicionalismos impostos pelos fundos, o autarca refere que os mesmos permitiram “aprovar a requalificação do Aqueduto da Amoreira, bem como a valorização dos laboratórios do INIAV-Elvas e ainda um Lar na Boa Fé”.

 

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