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Presidente da CCDR Alentejo passa testemunho da EUROACE à presidente da CCDR Centro (c/som e fotos)

Publicado em Reportagens 13 junho, 2018

A presidência da EUROACE foi transferida da região Alentejo para a região Centro, num Plenário da Eurorregião que decorreu esta quarta-feira, dia 13 de junho, no auditório da CCDR Alentejo (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional), em Évora.

Terminando o quadriénio na presidência da EUROACE, Roberto Grilo, presidente da CCDR Alentejo, em declarações à Campanário presente na cerimónia, demonstra “orgulho” pelo trabalho feito, e aponta que o desafio para a nova presidência passa pela “preparação do novo ciclo de fundos”.

Como marcas de orgulho desta presidência da eurorregião que compreende as regiões Alentejo e Centro portuguesas, e a Extremadura espanhola, aponta a criação de um contexto para os projetos “da linha ferroviária e da questão logística” (embora não sejam eurorregionais), assim como a “criação de uma estratégia regional de especialização inteligente”, comum à eurorregião e criada a partir das estratégias existentes nos três territórios.

Questionado quando aos objetivos que tinha propostos para a presidência, afirma que “foram superados”, embora tal não se possa atribuir exclusivamente à presidência, congratula-se pelas decisões que contribuíram para os resultados.

A união dos territórios na EUROACE, confere-lhes uma escala diferente - “juntos conseguimos mais”, defende.

Quanto à criação de um PROVER (Programa Regional de Valorização de Recursos Endógenos) inter-regional sugerido na cerimónia pela nova presidente da EUROACE, afirma será sempre “bem vista” uma estratégia consolidada entre as três regiões, que confira escala e “contribua para os nossos objetivos” comuns.

Ana Abrunhosa, presidente da CCDR Centro que tomou assim posse, como presidente da EUROACE, declarou à RC que o desafio para o quadriénio passa pela atualização dos desafios no âmbito dos “grandes temas da ciência, da economia e da área social”.

A atualização da “estratégia EUROACE no contexto do que são agora os novos desafios […] da União Europeia e do novo período de programação”, assim como ambição no sentido de “reclamarmos mais fundos para um território onde os problemas transfronteiriços e de interioridade se sentem muito”, são aspetos defendidos pela dirigente.

Na cerimónia de tomada de posse, avançou assim “o desafio de desenharmos uma espécie de prover transfronteiriço”, com projetos âncora que tocarão as áreas supramencionadas e a conetividade e mobilidade entre regiões.

A grande vantagem desta proposta, aponta, é a possibilidade “de várias fontes de financiamento para os projetos”, sendo estas regionais, de cooperação assim como diretamente candidatados a iniciativas comunitárias.

Para além da “sinergia entre fundos”, defende que, “enquanto rede, é mais fácil ganharmos outros parceiros que tenham as mesmas problemáticas”.

 

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