Estremoz

Quatro projetos alentejanos integram Orçamento Participativo Portugal 2017 (c/som e fotos)

Publicado em Reportagens 21 maio, 2018

Quatro projetos da região Alentejo estão entre os mais votados pelos portugueses no Orçamento Participativo Portugal (OPP) de 2017, os mesmos foram apresentados na passada sexta-feira (18 de maio) no Centro de Ciência Viva (CCV) em Estremoz.

Na área da Cultura, saíram vencedores os projetos “Entre diálogos. Evocação à efeméride dos 450 anos da morte”, com uma dotação financeira de 100 mil euros, “Os moinhos do Rio Degebe: contributos para salvaguarda da s”, com 60 mil euros, na área da formação e adultos “Educação sanitária: ensinar, prevenir e poupar”, com 200 mil euros, e o projeto “Tabernas do Alentejo - arte e ciência”, com uma dotação financeira superior a 72 mil euros na área científica.

Em declarações à RC, a secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rollo, refere que o OPP “teve muitas propostas, muitas ganhas pela ciência e algumas foram da região do Alentejo”.

Para a governante, as propostas vencedores “mostram, cada vez mais, que as pessoas vão adquirindo consciência crescente de que precisam de conhecimento”, exemplificando com a “revolução dos vinhos”, em que “o momento em que se começou a introduzir a ciência, através da Universidade de Évora, transformou a produção de vinho”.

Quando questionada sobre a importância do programa para a coesão territorial, Fernanda Rollo, afirma ser “é um desafio nacional, mas tem que ter declinação de natureza regional”, interligando escolas ao ensino superior, de forma a que “as empresas possam encontrar uma resposta positiva junto das instituições”, considerando “desejável que as pessoas tenham contextos de mobilidade, mas que uns fiquem e reconheçam no seu território capacidades de bem-estar e desenvolvimento”.

Também à RC, a diretora do CCV, Rosalia Vargas, considera que “a tipologia de projetos apresentados tem tudo a ver com a sociedade”, aquilo que considera “o salto que se dá da ciência na sociedade”,

Questionada pelo apoio que o CCV pode oferecer aos projetos, Rosalia Vargas sublinha que “há um conhecimento instalado, quer na tradução do conhecimento para uma realidade, quer porque conhecem o meio envolvente e conseguem traduzir bem os projetos naquilo que as pessoas precisam”.

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