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Vendas Novas

Restaurante ‘Planícies’ em Vendas Novas abre as portas à Campanário e revela segredo das famosas bifanas (c/som)

Publicado em Reportagens 22 maio, 2019

A Campanário esteve na cozinha de uma das maiores casas de bifanas em Vendas Novas, onde falou com a gerente sobre o segredo do sucesso deste produto e do seu estabelecimento.

Genoveva Amaro, gerente do “Planícies”, em declarações a esta estação emissora, diz que começou o negócio há 11 anos, servindo centenas de pessoas diariamente.

A dimensão do estabelecimento onde se fixa o restaurante que permite “grupos, excursões, aniversários”, assim como o facto de ter um parque de estacionamento privado, surgem como vantagens para o seu negócio, que requer cerca de 18 funcionários diariamente, em turnos, a trabalhar desde as 6h à meia noite.

“Estamos a desenvolver e a fazer ouvir a voz do Alentejo”
Genoveva Amaro

 

Mas o segredo do sucesso está na “carne principalmente, tem que ser do lombo e tem que ser bem batidinha”, explica, assim como no “molho especial”. Na fase inicial do negócio, “deram-nos umas dicas, e depois fomos desenvolvendo e evoluindo”, “não podemos estagnar”.

Para além da bifana original, o espaço tem bifana com ovo, com queijo, com presunto, por exemplo, e outra variedade de pratos como bitoques, pregos ou sopas. “Vamos tendo e fazendo tudo o que a pessoa pede”, afirma a gerente.

Questionada sobre o facto de atualmente se poder encontrar Bifanas de Vendas Novas em vários pontos do país, afirma - “as outras não posso dizer, as nossas são mesmo de Vendas Novas”. O “Planícies” detém atualmente 6 casas em Centros Comerciais, mantendo nestas a autenticidade da Bifana de Vendas Novas - “a carne vem daqui, é batida como deve ser”, garante.

Sobre a importância que as bifanas conquistaram no concelho e na região, Genoveva Amaro afirma que inicialmente, “um café ou outro” começou a vendê-las e “as pessoas gostaram do método de fazer as bifanas”. Rapidamente “Vendas Novas ficou conhecida pelas bifanas”, e atualmente são uma referência na valorização do “nosso Alentejo, que muitas vezes está um bocado perdido no tempo.