27 Fev. 2020
Augusta Serrano;
Fadistices
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Evora

"Vai haver muito dinheiro para a região transitar da economia linear para a circular, pois corremos o risco do planeta não chegar para cá vivermos", diz Coord. do CIED (c/som e fotos)

Reportagens 28 Nov. 2019

O CIED Alentejo Central e Litoral, com o apoio da CCDR Alentejo, organizou esta quinta feira (28 de novembro), a sessão “Diálogo com os Cidadãos – Economia Circular”, na CCDR Alentejo. 

O Evento contou com a presença Jorge Cristino, em nome da Representação da Comissão Europeia em Portugal para abordar o tema “Da Circularidade à Descarbonização: O Green Deal para a Europa”.

No final foram entregues os prémios Economia Circular para Instituições não Empresariais do Alentejo e +Eco.nomia Alentejo, fase regional.

A Rádio Campanário marcou presença e falou com Alexandra Correia, coordenadora do Centro Europe Direct Alentejo Central e Litoral, que começa por explicar que o evento “assenta na temática da economia circular, que está na ordem do dia da união europeia e da região Alentejo, que tem vindo a trabalhar sobre ela desde a algum tempo”.

Alexandra Correia refere que “nos últimos dois anos temos desenvolvido o fórum para a economia circular do Alentejo”.

A sessão desta quinta feira “aborda um dos temas previsto no novo mandato da comissão europeia”, acrescentando que “o Green Deal para a Europa incluí no seu plano de ação ajudar todos os estados membros numa transição da economia linear para a economia circular”.

Questionada pela RC sobre os valores que irão ser disponibilizados, a coordenadora refere que “irão ser elevados, não sei precisar ao certo, pois ainda está a ser discutido o novo quadro comunitário de apoios”.

Alexandra Correia refere que “a sessão é aberta a qualquer pessoa”, destacando a presença “de alguns empresários da região”.

Para Alexandra Correia “a agricultura, pecuária e pesca representam uma grande pegada ecológica, depois temos ainda o transporte, e hoje em dia o modelo que temos não é sustentável”.

Questionada se é possível alterar este processo, a responsável declara que “alterar tudo é demorado e difícil, mas temos que o fazer”, justificando que” caso não se mude o paradigma corremos o risco do planeta não chegar para cá vivermos”.

Relativamente aos prémios, Alexandra Correia explica que “as organizações não empresariais recebem um prémio de 1500 euros”.

Por seu lado as organizações “empresariais a nível regional vão receber uma viagem para a Holanda, para que possam conhecer o ecossistema da economia circular”.

Alexandra Correia refere ainda que “em termos de sub-regionais também existiu um prémio de 1500 euros”, acrescentando que “este ano apenas concorreram o Alentejo Central e o Baixo Alentejo”.

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