Foi este o recado deixado pelo presidente da Câmara de Vila Viçosa em plena Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) durante a apresentação da Cidade do Vinho, que juntou os cinco municípios abrangidos pela Serra d´Ossa, num ambiente de festa que levou à mesa do certame vinhos e pratos que por cá se fazem.
REPORTAGEM | Ana Rocha e Roberto Dores
Inácio Esperança admitiu a preocupação com os pequenos produtores que não estão conseguir rentabilidade nas vinhas, alertando como é importante chamar a atenção das entidades do Governo de que “é importante preservar este património, não o massacrando, nem diabolizando em termos fiscais”.
O autarca de Vila Viçosa pede antes que o setor seja apoiado para que a atividade se mantenha.
Já a vereadora da Câmara de Borba, Sofia Dias, apontou o “início de uma boa parceria”, recordando como já outros projetos tinham dado os primeiros passos em torno da Serra D´Ossa – como é o caso do Granfondo – sublinhando ser este o primeiro grande evento da marca.
O presidente da Câmara de Redondo, David Galego, considerou a Cidade do Vinho como sendo de “primordial importância” para o território, pela atividade económica, aludindo aos mais de 200 produtores de uva e cerca de 40 produtores de vinho “com marcas de enorme de qualidade”.
José Daniel Sádio, presidente da Câmara de Estremoz, falou de um “projeto desafiante que surge deste trabalho em rede e de articulação”. O autarca alertou ainda que o vinho é uma oportunidade para a região se dar a conhecer em 2025 e mostrar a riqueza dos territórios.
José Arruda, secretário-geral da Associação de Municípios Portugueses do Vinho, destacou a parceria dos cinco concelhos, admitindo que em “boa hora” estas autarquias perceberam os benefícios de se trabalhar em conjunto.











