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Quinta-feira, Junho 20, 2024

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Arraiolos: Milhares de peixes apareceram mortos nas margens da Barragem do Divor

Milhares de peixes apareceram mortos na Barragem do Divor, no concelho de Arraiolos, estando ainda por conhecer as causas do sucedido.

Segundo a Guarda nacional Republicana “surgiram no início do mês de abril, relatos sobre o surgimento de inúmeros peixes mortos nas margens da barragem do Divor”, sendo que “desde então, militares do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Estremoz em conjunto com militares do Destacamento Territorial de Reguengos de Monsaraz, através da utilização de uma das embarcações existente no Comando Territorial e respetiva tripulação, têm realizado uma investigação mais pormenorizada à água da barragem e respetivas margens.”

Apesar dabarragem não servir para abastecimento público das populações, este assunto tem merecido a especial atenção da GNR que, além do acompanhamento diário da situação, informou ainda as entidades competentes para tomarem as medidas necessárias, nomeadamente a recolha dos peixes mortos do local, ação levada a cabo por funcionários da  Associação dos Regantes e Beneficiários do Divor e Câmara Municipal de Arraiolos.  

Já neste mês de maio, decorrei na Câmara Municipal de Arraiolos uma reunião em que estiveram representadas: a Câmara Municipal de Arraiolos, Associação dos Regantes e Beneficiários do Divor, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Administração da Região Hidrográfica (ARH) e GNR, através do NPA de Estremoz.

Nesta reunião foi deliberada a recolha de amostras de água e de alguns exemplares de peixes mortos para análise, tendo ainda sido solicitada ao Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Territorial de Évora uma investigação mais exaustiva às margens e aos locais de difícil acesso, para identificar uma possível causa de origem humana, no entanto, até ao momento não foram encontrados indícios de crime ambiental.

Esta é uma situação que tem-se repetido em anos anteriores e não é considerada uma situação alarmante. Neste momento, o fenómeno encontra-se a ser analisado, sendo ainda prematuro avançar com certezas para eventuais causas da mortandade de peixes naquela albufeira.

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