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“A falta de empreiteiros públicos no Alentejo não tem contribuído para a execução dos fundos comunitários”, diz José Calixto (c/som)

Decorreu esta quarta feira, 11 de dezembro, o 12º Comité de Acompanhamento do Programa Operacional Regional do Alentejo 2014/2020, em Borba.

A Rádio Campanário marcou presença e falou com José Calixto, presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC).

José Calixto começa por explicar que “no fundo fizemos um acompanhamento de fundos comunitários na região Alentejo”, acrescentando que “é o momento apropriado para refletirmos sobre algumas dificuldades na execução”.

O presidente da CIMAC considera que existiram dificuldades na execução dos fundos comunitários para o Alentejo “ao nível dos municípios”, apontando “os processos de contratação pública, os procedimentos administrativos junto do tribunal de contas e a escassez de boas empresas empreiteiras públicas na região” como as principais dificuldades.

“Tudo faremos ao nível das comunidades intermunicipais para executar a totalidade dos fundos para o Alentejo”
José Calixto

José Calixto considera “importante que todos os intervenientes da região se juntem para avaliar a cabimentação e a execução dos fundos comunitários”.

O presidente da CIMAC refere que “as comunidades intermunicipais veem com alguma preocupação a execução”, no entanto, deixa a garantia de que “iremos trabalhar para que os níveis de execução até 2023 possam corresponder a uma execução total dos fundos que temos disponíveis para o Alentejo”.

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