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Terça-feira, Junho 25, 2024

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Com o maior número de candidaturas a fundos aprovadas, Baixo Alentejo quer agora “duplicar” a sua execução, diz pres. da CIMBAL (c/som)

A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) reuniu, no passado dia 23 de agosto, com os municípios para traçar objetivos relativos à aplicação de fundos comunitários no distrito bejense.

Em foco, “redefinir objetivos, necessidades e perceber a melhor estratégia para reprogramar os fundos disponíveis”, explicou o presidente do conselho intermunicipal, Jorge Rosa à RC, afirmando que é intenção “duplicar o volume de execução” das candidaturas aprovadas em 2018, de 8 para 16%.

Apesar de ser a primeira CIM do país com mais candidaturas aprovadas (131), “o handicap deste e dos anteriores três quadros comunitários foi sempre em termos de execução”, afirmou o autarca de Mértola que preside a CIMBAL.

“Um quadro que já iniciou atrasado e que continua com demasiadas burocracias (…) não tem a execução que deveria ter”, indicou Jorge Rosa, sublinhando que o objetivo passa, agora, por atingir um nível de maior execução “para estar melhor posicionado para quando houver uma nova redistribuição de verbas”.

Questionado sobre as necessidades, o presidente da CIMBAL prontamente responde “a rede de acessibilidades”, algo bem frisado por autarcas, entidades e cidadãos. No entanto, “ a União Europeia já não permite que haja financiamento para acessibilidades” apesar das carências deste distrito, por isso será necessário uma “maior flexibilidade” para uma melhor aplicação dos fundos.

Atualmente, com esta porta de financiamento fechada, “têm que ser os municípios a fazê-lo ou o Governo através do orçamento de Estado”, disse o autarca relativamente a investimentos em acessibilidades.

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