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Domingo, Junho 16, 2024

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Deputado do PS, Norberto Patinho garante que serviço de neonatologia de Évora não vai fechar (c/som)

A proposta que aponta o fecho do serviço de neonatologia do Hospital do Espirito Santo de Évora gerou polémica, esta semana, na região Alentejo.

Como a Rádio Campanário noticiou, a Rede de Referenciação Hospitalar em Saúde Materna, da Criança e do Adolescente propõe o fecho da unidade de neonatologia do hospital alentejano, o que deixaria o Alentejo sem uma unidade de neonatologia com cuidados intensivos neonatais.

No entanto, Norberto Patinho, Deputado na Assembleia da República eleito pelo círculo de Évora do Partido Socialista (PS), garantiu a esta Estação Emissora, à margem da cerimónia de inauguração do Centro de Fisioterapia da Santa Casa da Misericórdia de Borba, que o serviço de neonatologia do Hospital do Espirito Santo de Évora não irá encerrar.

O Norberto Patinho diz que o que se tem passado nos últimos dias, tem sido “um alarme que não é proporcional à verdadeira dimensão de uma preocupação que deve ser permanente em nós. Assumiu-se como sendo uma certeza que este Governo pretendia terminar com o serviço neonatal e cirurgia pediátrica em Évora, o que é uma tremenda falsidade. Tenho acompanhado o Ministro da Saúde e o Secretário de Estado em muitas situações em que eles têm chamado a atenção para a magnífica qualidade dos serviços, quer seja em termos de condições de estruturas físicas quer seja sobretudo pela excelente qualidade dos profissionais que ali trabalham”.

O governante salienta que apesar do estudo encomendado pelo anterior Governo apontar “que era mais importante juntar todas as coisas em Lisboa, Porto ou Coimbra, era mais rentável, mas a qualidade, a proximidade e a postura deste Governo quanto à proximidade das pessoas, quanto à qualidade, levou-me sempre a ter a certeza que esses serviços nunca se iriam, e informei-me hoje (dia 17 de junho) com o Secretário de Estado que garantiu que esses serviços são para continuar, hoje acaba-se o problema”.

Norberto Patinho acrescenta que para evitar alguma especulação o Gabinete do Secretário de Estado da Saúde “garantiu que os serviços são para manter e era injusto que não viesse a acontecer assim, era injusto para os profissionais, para as famílias e para nós que vivemos no interior que já é tão desfavorecido (…) e não era próprio de um país que se quer solidário (…)”.

O Deputado destaca “a excelente qualidade dos serviços e dos profissionais e não há necessidade de convencer ninguém a não ser o subscritor do projeto que deve ser alguém com muita qualidade mas tem uma perspetiva centralizadora que não se coaduna com o programa deste Governo”.

 

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