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Quinta-feira, Maio 30, 2024

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Derrocada da Estrada de Borba…passaram 4 anos e ainda não há arguidos no ‘banco dos réus’!

Passaram quatro anos desde o fatídico dia em que o acidente ocorreu.

A derrocada de um troço da estrada municipal 255 para o interior de pedreiras em Borba ceifou a vida a cinco pessoa.

O processo tem arguidos mas até hoje os mesmos ainda não se sentaram no banco dos réus.

No dia em que se assinalam estes quatro anos, sabe-se agora, de acordo com a informação avançada pelo notícias Minuto que os autos já baixaram do Tribunal da relação de Évora para o juiz de instrução criminal de Évora para que sejam remetidos para julgamento .

A acusação surgiu há dois anos e meio como MP a deduzir acusação contra oito arguidos, de entre os quais uma pessoa coletiva. Na fase de instrução, o juiz decidiu “pronunciar por todos os crimes” que lhes estavam imputados o presidente da Câmara de Borba, António Anselmo, e a empresa ALA de Almeida, o vice-presidente do município, Joaquim Espanhol,  pronunciado “em parte” pelos crimes que lhe estavam imputados, os funcionários da DGEG Bernardino Piteira e José Pereira e Paulo Alves, responsável técnico da empresa

Não foram pronunciados para julgamento os arguidos João Filipe de Jesus, antigo diretor regional de Economia do Alentejo, e Maria João Figueira, da DGEG. O MP recorreu mas a Relação de Évora considerou o recurso improcedente.

Recorde-se que o acidente ocorreu na tarde de 19 de novembro de 2018, um troço de cerca de 100 metros da estrada municipal 255, entre Borba e Vila Viçosa, colapsou, causando  a morte de dois operários de uma empresa de extração de mármore  e de outros três homens, ocupantes de duas viaturas que seguiam no troço da estrada .

Leia a notícia completa em Notícias ao minuto

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