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Quinta-feira, Junho 20, 2024

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Eurodeputado João Pimenta Lopes fala sobre a aprovação da proposta do PS para descida do IRS e sobre as medidas para as Migrações

Na rubrica Revista de Imprensa desta quarta-feira, na Rádio Campanário, o Eurodeputado João Pimenta Lopes, eleito pelo Partido Comunista Português (PCP), abordou a aprovação da proposta do PS para descida do IRS e sobre as medidas apresentadas pelo Governo para as Migrações.

No que diz respeito ao primeiro tema, o Eurodeputado começa por referir “é preciso ver o caminho para a efetivação da proposta, como é que se traduz na garantia que sirva, em primeiro lugar, aqueles que menos rendimentos têm e não seja uma benesse em relação aqueles que t~em rendimentos mais elevado.”

Ainda assim, acrescenta “é caso para questionar: um partido que esteve com uma maioria absoluta durante dois anos o que andou a fazer para agora, na oposição, fazer o caminho e apresentar as propostas que enquanto foi governo não apresentou.” O Eurodeputado do PCP considera que “esta é uma imagem à qual o PS nos habitua , fazer uma coisa quando está na oposição e outra quando está no Governo”.

Questionado pela Rádio Campanário sobre o facto desta aprovação ter surgido também com os votos da Esquerda, nomeadamente do BE e do PCP, o Eurodeputado João Pimenta Lopes frisou “mesmo em circunstâncias em que as propostas não sejam tão arrojadas mas desde que contribuam para a melhoria das condições de vida do povo português poderão sempre contar com o posicionamento do PCP para contribuir para esses avanços.”

No que diz respeito ao segundo tema, às medidas apresentadas pelo governo para a área das migrações, realçou “estamos perante uma proposta que não vai no sentido de resolver os problemas concretos existentes no quadro das migrações , muito pelo contrário” evidenciando que o problema existente é “termos 400 mil migrantes no País em situação irregular por falta de condições de resposta das entidades e autoridades competentes.”

Quanto ás medidas apresentadas refere “poderão contribuir para atrasar ainda mais esse processo de regularização e aumentar o número de migrantes em situação irregular no País.”

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