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Segunda-feira, Abril 22, 2024

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“Não temos empresas suficientes para executar o Plano até 2026;o prazo do PRR terá que ser alargado” diz Carlos Pinto de Sá (c/som)

O Município de Évora apresentou esta manhã, no Palácio D. Manuel, o Plano local de habitação de Évora, nomeadamente a implementação do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) na componente da habitação, no Encontro sobre as Contradições e desafios da reabilitação urbana.

Uma das vertentes do PRR é o financiamento do 1º Direito – Programa de apoio ao acesso a uma habitação adequada, para pessoas ou famílias que vivem em precariedade, sobrelotação, insalubridade e inadequação habitacional e em situação de carência financeira até 1921,72€.

Este plano tem que estar executado até 2026, uma situação que está a preocupar o executivo da Câmara Municipal de Évora, tal como referiu à Rádio Campanário Carlos Pinto de Sá, Presidente da Autarquia eborense.
Carlos Pinto de Sá refere “temos a preocupação de saber se há ou não há capacidade para fazer reabilitação ou construção nova até 2026” realçando ainda a dificuldade em encontrar “empresas suficientes que possam dar resposta”.
Na vertente construção, o Município de Évora está a desenvolver os processos de candidatura para a construção de 162 habitações para atribuir em arrendamento apoiado ou acessível. Já na área da reabilitação, vão ser abrangidos cerca de 342 fogos.

Questionado pela RC se, perante as dificuldades, não garante a execução deste plano até 2026, o Autarca refere “temos preocupações , da nossa parte temos tudo preparado para que seja concluído até 2026 mas temos que fazer concursos públicos, temos que ter empresas que ganhem e construam e temos essa preocupação.”

Na sua opinião, diz “a solução passa por, ao nível da Europa, se prolongar o PRR e por as políticas de habitação do governo terem também um enquadramento que permita ter em conta estas dificuldades.”

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