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Sexta-feira, Junho 14, 2024

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NERE e CCDR Alentejo criam simulador que vai medir pegada ecológica das empresas

Calcular o tamanho da pegada ecológica e saber se é uma empresa sustentável, já é possível, utilizando o simulador, disponível no site Eco.nomia Alentejo Central.

A iniciativa conjunta do Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE) e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo é cofinanciada pelo Alentejo 2020 e pretende promover as boas práticas ambientais, aumentando a competitividade empresarial.

“É objetivo do NERE, com este simulador, sensibilizar as empresas para as boas práticas ambientais e, sobretudo, promover o aumento da sua competitividade através da implementação de políticas de sustentabilidade ambiental”, sublinha Rui Espada, presidente do NERE, na apresentação da plataforma.

O lançamento marca o início de uma nova fase deste projeto, que surge para dar resposta a um conjunto de desafios essenciais na área da economia circular.

“Por exemplo, a sensibilização e consciencialização do tecido empresarial, o reforço da competitividade das empresas participantes através da divulgação dos seus projetos e a promoção do uso eficiente e produtivo de recursos”, destaca o responsável.

O simulador da pegada ecológica vai calcular os impactos causados pelas pegadas deixadas pelas empresas em consequência das suas atividades, “concretamente as boas práticas relacionadas por exemplo com a utilização da água, da energia elétrica e transporte de pessoas e bens”.

Este é um projeto que é dado a conhecer no site www.ecoalentejocentral.pt, onde também é possível tomar contacto com as boas práticas ambientais da economia circular, “inscrever-se em eventos de “matching empresarial”, ficar a par da agenda e, no mercado virtual, comprar ou vender materiais que já não sejam necessários na sua empresa promovendo a criação de parcerias para a sustentabilidade e a economia circular”, indicam os promotores.

“Entendemos que só assim poderemos inovar e ir mais longe no nosso ecossistema empresarial”, conclui, o presidente do NERE, Rui Espada.

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