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OE 2018: Governo “faz cortes brutais no investimento” para concretizar o défice, diz António Costa da Silva no seu comentário semanal (c/som)

O deputado António Costa da Silva, eleito pelo círculo de Évora do PSD à Assembleia da República, no seu comentário desta segunda-feira, dia 6 de Novembro, começou por abordar o surgimento de 26 casos Legionella, dizendo que “está mais ou menos relacionado com algumas coisas que temos vindo a ver nos últimos tempos”, nomeadamente “a degradação dos serviços públicos”.

A “degradação”, anteriormente referida, “reflete-se nas pessoas”, acrescentou o Comentador da RC, sustentando que “há um falhar do Estado na resposta de um serviço público essencial”.

“O Estado tem demonstrado a sua incapacidade de resolver problemas públicos”, afirmou o deputado, lamentando que “as pessoas tenham que sofrer com isso”.

Entre as principais notícias que fazem manchete nos jornais, estão os contratos celebrados com a empresa do vice-presidente do IEFP, algo que o deputado aborda o assunto de forma “cautelosa”, sustentando que “entra no campo da justiça”.

No entanto, “não deixa de ser preocupante o conjunto de cidadãos com responsabilidades públicas a estar envolvidos em situações menos claras”, recordando “problemas que ainda estamos a viver hoje”, nomeadamente, envolvendo obras públicas de grande dimensão.

No que diz respeito ao tiroteio que vitimou 26 pessoas nos Estados Unidos, António Costa da Silva refere que um “problema” existente no país “é o fácil acesso às armas”, relembrando que “existem negócios obscuros” em torno das armas.

Em comentário acerca do Orçamento de Estado para 2018, o Comentador da RC refere que o “OE propõe-se a executar um determinado investimento, e para concretizar o défice faz cortes brutais no investimento”.

“Para 2018 o Orçamento prevê um aumento ainda maior em relação aos cortes no investimento público”, sustentou o deputado social-democrata, relembrando o “enfraquecimento dos serviços públicos”.

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