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Segunda-feira, Junho 24, 2024

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“Se o primeiro teste der positivo a pessoa esteve em contacto com o vírus ainda que seja com uma carga viral baixa, mesmo que passado pouco tempo dê negativo” diz presidente ARS Alentejo (c/som)

Em declarações aos microfones da RC, José Robalo, presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, explica como se processam os testes da COVID-19 e a necessidade de se realizar mais do que um.

Uma situação que tem acontecido nesta época de pandemia na realização dos testes da COVID-19 é o facto de os resultados, muitas das vezes, gerarem alguma confusão. Isto porque por vezes dão negativo e quando se faz o contra teste este já é negativo.

Sobre esta questão o presidente da ARS Alentejo esclarece que “para ter um teste positivo, a pessoa teve sempre contacto com o vírus e isso não podemos ter qualquer dúvida, ou seja, um teste positivo significa que a pessoa teve contacto com o vírus”.

No entanto, quando o teste é repetido, seja passadas algumas horas ou alguns dias, o resultado pode ser diferente, neste caso negativo. No entanto, a explicação para esta situação é que a carga viral que a pessoa que estaria infetada tinha podia não ser muito grande, ou seja, “pode não ter muitos vírus e se não tiver essa carga viral muito grande ele pode negativar dentro de pouco tempo, o que não significa que a pessoa não teve contacto com o vírus”, frisa o presidente.

José Robalo garante que “um positivo é sempre considerado um positivo e as recomendações são exatamente iguais a qualquer outro caso positivo”, no entanto, “depois pode ser ou não validado por um segundo teste para se verificar se a pessoa já não tem a carga viral que permita a transmissão da doença”.

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