Borba

“A capacidade do Estado na fiscalização e verificação das condições de segurança foi reduzida”, diz João Oliveira após audição aos sindicatos sobre a derrocada em Borba. (c/som)

Publicado em Regional 11 janeiro, 2019

Decorreu na passada quarta feira, 9 de Janeiro, a audição aos Sindicatos de Construção, Cerâmica e Vidro relativamente à derrocada da estrada 255 em Borba, requerida pelo PCP.

Para João Oliveira “foi muito relevante, porque foi dado um conjunto de informação, não apenas anteriores á tragédia que ocorreu em Borba, mas também á própria sequência que tem sido dada aos problemas que foram identificados”. “Foram identificados vários problemas nomeadamente no que respeita a fiscalização, problemas que são identificados com os planos de saúde e segurança”. O deputado pelo PCP salienta ainda “o relato que nos foi deixado é de uma grande insuficiência, não apenas porque os serviços públicos foram sendo extintos ao longo dos anos”, apontando que “reduziu-se muito a capacidade do Estado  para intervir sobre estas questões”, como “na fiscalização dos planos que estão definidos e na verificação das condições de segurança”, assim como “do ponto de vista da informação que é recolhida e da capacidade técnica para recolher essa informação, que está muito longe daquilo que é necessário, para prevenir situações como aquele que ocorreu em Borba”.

João Oliveira disse ainda ao microfone da RC que “relativamente aquelas duas pedreiras envolvidas na derrocada, os sindicatos não tinham informação nenhuma, pois não existiam sócios do sindicato naquelas explorações”

Na audição foi ainda citado “um relatório de 2007, onde a própria direção geral de energia e geologia identifica a falta de meios para poder intervir em todas estas situações”. João Oliveira diz ainda “o problema engloba as pedreiras ativas e as desativadas também”.

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