Alentejo

Alentejo “respira um bom ambiente” de “convergência estratégica” no ordenamento do território, diz Roberto Grilo (c/som e fotos)

Regional 29 maio 2018

Durante o Seminário de discussão pública da alteração do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT), que teve lugar esta segunda-feira, dia 28 de maio, no Auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Alentejo (CCDRA), em Évora, o presidente da CCDRA explicou à Rádio Campanário (RC) que um dos desafios da região é “tentar ter os planos necessários para desenvolver precisamente os instrumentos financeiros para os concretizar e executar”.

A cerimónia contou com a presença de vários autarcas, entidades regionais e ainda representantes do governo, como a Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Ramos, o Ministro do Ambiente, João Fernandes, e o Ministro da Administração Interna, Miguel Cabrita.

Após a discussão do documento, Roberto Grilo confessou “uma enorme satisfação”, não só pelas “intervenções esclarecidas” que “têm um olhar com um esclarecimento do presente e com uma ambição de futuro”, pelo que “a região, neste momento, respira aqui aquilo que eu diria um bom ambiente” com “uma convergência estratégica entre a própria CCDR e o Conselho Regional”, fazendo com que “quer os autarcas, quer depois um outro nível de envolvimento, de serviços públicos e outros atores e associações de desenvolvimento local, se sintam motivados para participar naquilo que é o futuro desta região”. Existindo por isso uma “identificação” e consciência de que “aquilo que é planeado é aquilo que depois tem que ser executado”.  

No que diz respeito à reprogramação dos fundos comunitários do atual quadro, Portugal 2020, dos quais 108 milhões de euros serão investidos no Alentejo, o presidente da CCDRA, explicou à RC que “o Alentejo é que fez essa proposta”. Além disso, “estamos a falar de sensivelmente o dobro daquilo que é a média nacional de alocação dos investimentos territoriais que estão previstos em termos de reprogramação”.

Também à RC, Nelson Brito, presidente da Comissão Permanente do Conselho Regional da CCDRA, mostra-se expectante de que o Programa Nacional “venha a abraçar” o Plano Regional e que “olhe para este território com todas as características que tem, desde questões demográficas à imensidão do território, sobretudo entroncado com uma nova visão governativa da região”.

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