21 outubro, 2019
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Alentejo

EXCLUSIVO: “É focando nas pessoas que nós temos que olhar para o Alentejo”, diz António Costa (c/som)

Publicado em Regional 14 janeiro, 2019

Com o tema “Alentejo é Europa”, decorreu este sábado, dia 12 de janeiro, a Convenção Regional do Partido Socialista, em Alqueva, contando com a presença, entre outros, do Primeiro-Ministro, António Costa, líder do partido. Em declarações à Campanário, o chefe do governo afirmou que “ninguém virá ao Alentejo se não houver essa valorização de quem vive no Alentejo”.

Reiterando essa intenção, António Costa diz que “é por isso que ainda ontem lançámos este grande projeto do Hospital Central do Alentejo”. Ao mesmo tempo “que estamos a fazer um dos maiores investimos que acontecem em todo o país” a par do “alargamento do Alqueva, são mais 40 mil hectares de regadio que o Alqueva está neste momento a ser alargado”, à imagem do bloco de rega lançado na passada sexta-feira, para Viana do Alentejo.

“É olhando e focando nas pessoas, que nós temos que olhar para o Alentejo e o Alentejo não é só Turismo”
António Costa

“É olhando e focando nas pessoas, que nós temos que olhar para o Alentejo e o Alentejo não é só Turismo”, é “a excelência da sua produção agrícola, o facto de aqui no Alentejo se terem já fixado dois polos tecnológicos importantes”, a Embraer em Évora e Ponte de Sor que se está a afirmar no contexto do cluster aeronáutico nacional. Por isso, “é o conjunto da região que nós temos que continuar a potenciar e a valorizar, que é a forma de valorizar a gentes do Alentejo”, afirma o Primeiro-Ministro. 

No que diz respeito à influência da comunidade europeia na região, há mais de trinta anos, António Costa considera que “a Europa indiscutivelmente deu o maior contributo para a modernização e progresso do país, nestas últimas décadas”.

“É o conjunto da região que nós temos que continuar a potenciar e a valorizar, que é a forma de valorizar a gentes do Alentejo”
António Costa

Porém, “houve momentos em que a Europa foi apresentada como a responsável por uma política que asfixiou a economia portuguesa com a austeridade, é verdade”, contudo, “como nós demonstrámos, nestes últimos três anos, não foi necessário sair da Europa para romper com a austeridade”.

Ainda nesse sentido, o Primeiro-Ministro diz que “o que é necessário é que quem represente Portugal na Europa esteja à altura de defender os interesses da economia portuguesa, do emprego dos portugueses, do desenvolvimento do nosso país e não esteja submisso de a forma crer ser o bom aluno das más políticas da União Europeia”. Pelo contrário, afirma, “nós demonstrámos que era possível sermos os bons professores das boas políticas da economia portuguesa”.

 

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