Estremoz

Estremoz: “A sucessão de Luís Mourinha por Francisco Ramos é legal, a lei prevê e nós não contestamos a lei”, diz José Sádio do secretariado do PS Estremoz (C/Som)

Publicado em Regional 07 janeiro, 2019

No seguimento dos comunciados emitido pelo PS Estremoz e pelo MiETZ, relativamente ao assunto da perda de mandato por parte de Luís Mourinha e consequente ascensão de Francico Ramos (actual Vice), a RC chegou à voz com José Sádio, candidato pelo PS ao Munícipio de Estremoz.

O professor José Sádio, reconhece a legalidade da ascensão de Francisco Ramos, mas defende que deviam ser os Estremocenses a deliberar em sufrágio quem governa a câmara. O candidato pelo PS rejeita que a população de Estremoz tivesse claro que Luís Mourinha e o MiETZ iriam perder o mandato e considera que os mesmos sempre tentaram passar a imagem de inocência e que a situação de eventual condenação seria sempre reversível. Para José Sádio “as pessoas votaram em Luís Mourinha”.

O candidato pelo PS a Estremoz, chega mesmo a afirmar “Eu seria incapaz de concorrer numa situação dúbia”, pese embora a legalidade da “substituição” de Luís Mourinha por Francisco Ramos, os socialistas Estremocenses reafirmam a sua posição no que respeita a novo sufrágio. Questionado quanto ao recurso judicial, José Sádio, afirma “a questão é política, se fosse judicial estaria completamente expressa”, “nós temos a consciência e o conhecimento de causa e dos factos, a sucessão de Luís Mourinha por Francisco Ramos é legal, a lei prevê e nós não contestamos a lei”, considera ainda irrelevantes casos semelhante (conforme mencionado no comunicado do MiETZ), rejeita pedir eleições intercalares pois reconhece legalidade ao processo e refere “o comunicado é político e manifesta a nossa opinião enquanto segunda força mais votada no concelho”.

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