Borba

Presidente de Borba diz "não é preciso beijos nem abraços, as pessoas sabem que podem contar com todos" e apela à distância social (c/som)

Regional 30 Mar. 2020

O Presidente do Município de Borba, António Anselmo, acompanhou durante a tarde de ontem a ação de sensibilização do Comando Territorial da GNR de Estremoz em conjunto com a RC em Borba.

Relativamente ao comportamento dos seus munícipes o Presidente afirma que “as pessoas em Borba estão a aceitar de uma forma correta aquilo que tem de ser feito, a GNR tem feito um trabalho brutal em termos de pedagogia e, acima de tudo, de sensibilização. Nesta terra pequena de pessoas idosas há que haver muita sensibilidade e muito cuidado. Felizmente a GNR está a conseguir fazê-lo de uma forma exemplar”.

De forma a estar sempre disponível para os munícipes, António Anselmo afirma que “a Câmara está aberta com os serviços mínimos. Em todos os serviços há uma pessoa física enquanto puder lá estar. Se não houver indicações em contrário, todos os dias irei à Câmara de Borba e irei estar disponível para aquilo que for necessário”.

Apela a todos os que se lembrem das “pessoas que trabalham todos os dias a limpar o lixo que fazemos, são pessoas que merecem um respeito e uma consideração muito grande. Temos que ser presentes, temos que respeitar aqueles que, lamentavelmente limpam aquilo que a sujamos e que têm de se sentir apoiados. Eles sabem que, relativamente ao Presidente da Câmara de Borba e qualquer dos vereadores, estamos disponíveis para tentar resolver os assuntos. O importante neste momento é respeitar o que as autoridades dizem e ficar em casa que é o melhor conselho”.

Quanto à forma como os munícipes têm ou não acatado as ordens para ficarem nas suas habitações e saírem apenas para o estritamente necessário, conta que a maior parte tem respeitado o que é pedido.

Explica que a mudança para o horário de verão pode ser um ponto negativo no cumprimento das ordens pois “os dias vão ser muito compridos e vai ser mais complicado”.

Faz ainda o apelo para quem que passeia os animais de estimação para que “não se esqueçam que têm que limpar aquilo que eles fazem”.

Pede por fim que a população se contacte “através de um telefone e de um adeus à distância. As pessoas sabem que podem contar com toda a gente, não é preciso beijos nem abraços. Neste momento é distância social. Fiquem em casa e, acima de tudo, respeitem aquilo que a autoridade diz”.

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