27 Nov. 2021
Augusta Serrano;
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Proteção Civil alerta para agravamento das condições metereológicas no Alentejo a partir desta tarde!

Regional 28 Out. 2021

O mau tempo vai chegar já a partir de hoje. A Rádio Campanário falou com a metereologista Ângela Lourenço do Instituto Português do mar e da atmosfera que nos  referiu que as condições do estado do tempo se agravam a partir de hoje, "estando prevista chuva forte já para o final do dia no Alentejo" situação que se mantém no fim de semana. Segundo a metereologista "vamos ter vários períodos críticos" acrescentando que tudo indica que "as situações mais críticas ocorram no período da noite".

Segundo o IPMA o período mais gravosa é esperado na noite de 30 para 31 de outubro. No domingo, ainda é esperada chuva mas já com menos intensidade e frequência.

Em comunicado enviado pela  Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil do Comando Distrital de Operações de Évora, e de acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), salienta-se a partir desta quinta-feira, dia 28 de outubro, uma alteração do quadro meteorológico com a ocorrência de precipitação persistente e pontualmente forte a manter-se previsivelmente até à próxima segunda-feira, dia 1 de novembro.

Informação hidrológica relevante: Possibilidade de ocorrência de inundações em meios urbanos historicamente mais vulneráveis. 

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

− Piso rodoviário escorregadio por eventual formação de lençóis de água;

− Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;

− Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;

− Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;

− Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de praia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;

− Danos em estruturas montadas ou suspensas;

- Possibilidade de queda de ramos ou árvores, bem como de afetação de infraestruturas associadas às redes de comunicações e energia;

− Possíveis acidentes na orla costeira.

A ANEPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a adoção das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

− Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

− Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade;

− Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

− Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em locais de vento mais forte;

− Ter especial cuidado com a fixação de estruturas temporárias;

− Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a estes fenómenos;

− Proceder à remoção de máquinas e alfaias agrícolas, bem como de animais das zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a fenómenos de alagamentos e inundações

− Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança;

− Seguir escrupulosamente as indicações transmitidas pelas autoridades policiais no que concerne ao respeito pelos cortes de estrada, percursos alternativos, sinalização e outras informações;

− Evitar comportamentos de risco que poderão originar acidentes não previstos.

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