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Elvas

Prémio Boas Práticas de Voluntariado distingue "projetos e jovens alentejanos interessados em participar", diz Miguel Rasquinho (c/som e fotos)

Reportagens 27 Out. 2019

Decorreu no passado sábado, 26 de outubro, em Elvas, a entrega do prémio “Boas Práticas de Voluntariado” do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

 

A Rádio Campanário esteve presente na cerimónia e falou com Miguel Rasquinho, diretor regional do IPDJ Alentejo, que começa por referir que “é um dia importante para o Alentejo”. 

 

Miguel Rasquinho explica que “as associações e as entidades que se candidataram apresentam aqui os seus projetos”, considerando que “acima de tudo o que queremos é valorizar o trabalho do voluntariado, que não é pago nem tem preço”. 

 

O diretor regional refere que “fazem-se projetos com muito interesse no Alentejo, e acima de tudo temos jovens interessados em participar”. 

 

“Queremos premiar aqueles que trabalham, que se dedicam, que fazem voluntariado” 
Miguel Rasquinho

 

Questionado sobre as áreas e o número de projetos a concurso, Miguel Rasquinho refere que “temos projetos de várias áreas, alguns relacionados com o meio ambiente, sendo no total 6 projetos a concurso”. 

 

Este prémio serve “acima de tudo para que cada vez mais jovens participem, mais entidades se candidatem”, declara.    

 

 

Para Nuno Mocinha, presidente da Câmara Municipal de Elvas, “é um orgulho e sobretudo, por parte do IPDJ, um reconhecimento”. 

 

O autarca considera que a escolha de Elvas para acolher o evento “está também inserido numa lógica de descentralização dos eventos, de maneira a que sejam distribuídos pelo Alentejo”. 

 

Nuno Mocinha refere que “esta temática é muito interessante, pois reconhece aquilo que é o voluntariado”, acrescentando que “mais importante que o prémio é estimular aquilo que possa dar melhorias aos nossos procedimentos do dia a dia”.  

 

“Acima de tudo é um reconhecimento ao movimento associativo” 
Nuno Mocinha

 

O edil considera que “este território chamado Alentejo tem muito para dar, por isso é que abandonei a história do pedir, agora vou oferecendo”, explicando depois que “devemos perguntar em que precisam que o território vos possa ajudar, penso que é assim que devemos falar com o poder que está instalado em Lisboa”. 

 

O autarca mostra-se convicto de que “o Alentejo pode descongestionar as zonas congestionadas”.  

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