Campo Maior

Trabalho do oceanógrafo campomaiorense Mário Ruivo exposto no Centro de Ciência do Café (c/som e fotos)

Publicado em Reportagens 08 fevereiro, 2019

Foi inaugurada na passada quinta-feira, 7 de fevereiro, no Centro de Ciência do Café em Campo Maior, a exposição “Mar Profundo Português”, uma homenagem ao professor Mário Ruivo, ilustre campomaiorense que dedicou a sua vida a estudos oceanográficos. 

A exposição está patente no Centro de Ciência do Café, em Campo Maior, até 21 de março, “no âmbito do Orçamento Participativo na pasta da Cultura”, evocando o médico e botânico natural de Castelo de Vide, Garcia da Horta, nos 450 anos da sua morte, explicou Maria do Carmo Fernandes, presidente do Grupo de Amigos de Castelo de Vide, da organização. 

“Achamos que seria oportuno juntar também esta homenagem ao dr. Mário Ruivo” 
Maria do Carmo Fernandes

De âmbito cultural e turístico, o Grupo de Amigos “implementou um sem número de atividades”, e no que concerne a exposições decidiram evocar o campomaiorense Mário Ruivo por ter sido “um grande homem ligado aos mares”, disse a presidente do grupo de amigos. 

“Achamos que seria oportuno (...) juntar também esta homenagem ao dr. Mário Ruivo” e apresentar esta exposição aos campomaioresnses, depois da mesma ter estado na Gare Marítima de Alcântara, disse Maria do Carmo Fernandes. 

 

Também na cerimónia de inauguração da exposição a diretora regional da Cultura do Alentejo, Ana Paula Amendoeira, considera o oceanógrafo Mário Ruivo “há de ser sempre uma figura maior da intelectualidade e das elites culturais e cientificas portuguesas”. 

“há de ser sempre uma figura maior da intelectualidade e das elites culturais e cientificas portuguesas” 
Ana Paula Amendoeira

Para além de realçar a importância do seu trabalho, Ana Paula Amendoeira destaca o seu papel enquanto “político dedicado aos oceanos”, pois tinha “uma visão política para além da visão cientifica”, na qual eram contempladas “questões ecológicas relacionadas com o ambiente e a vertente da sustentabilidade do género humano”. 

 

Já João Nabeiro, Administrador do Grupo Nabeiro – Delta Cafés, destaca a ligação do grupo empresarial ao mar, pois é através dele que é feito “o transporte da matéria prima” para o aprovisionamento. 

Campo Maior “teve a sorte de ter um ilustre ligado ao mar” 
João Nabeiro

Para o administrador, Campo Maior “teve a sorte de ter um ilustre ligado ao mar”, motivo pelo qual considera que “estamos no sitio certo”, quando questionado sobre o porquê de acolher a exposição no Centro de Ciência do Café, nesta localidade. 

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