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CAE de Portalegre acolhe Festival Internacional de Cinema Queer

O Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre acolhe, na próxima semana, de 14 a 16 de fevereiro, o Festival Internacional de Cinema Queer.

O ciclo de cinema é apresentado em Portalegre pelo “Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer”, que tem como objetivo de dar a conhecer a um público mais alargado filmes que abordam uma diversidade temática ligada ao percurso do ativismo LGBTQI+, ao seu impacto um pouco por todo o mundo; ao seu efeito transformador nas mentalidades, na ação política e na própria ciência; ao estigma ainda prevalente sobre o VIH/SIDA e de como a epidemia transformou as comunidades queer; aos indivíduos transgénero e as suas problemáticas pessoais, sociais e clínicas ligadas aos processos de transição; ou o duplo estigma sofrido pelas pessoas com deficiência física ou doença mental.

Questões que se cruzam com muitas outras ligadas às migrações, refugiados, direitos humanos ou relações familiares.
 
Conheça o programa:
 
14 de Fevereiro – Segunda-feira, 18h30: Limiar
Limiar, de Coraci Ruiz (Documentário, Brasil, 2020, 73’, V.O. portuguesa, legendada em inglês, M/16)
Documentário autobiográfico, realizado por uma mãe, que acompanha a transição de género do seu filho adolescente: entre 2016 e 2019 ela entrevista-o, abordando os conflitos, certezas e incertezas que o perpassam, numa busca profunda pela sua identidade.
 
14 de Fevereiro – Segunda-feira, 21h30: Cured
Cured, de Patrick Sammon e Bennett Singer (Documentário, EUA, 2020, 82’, V.O. inglesa, legendada em inglês, M/16 anos)
Cured narra a batalha travada por um pequeno grupo de ativistas que declarou guerra a uma instituição inabalável (as instituições médicas) e que obteve uma vitória crucial no movimento moderno pela igualdade LGBTQI+.
 
15 de Fevereiro – Terça-feira, 18h30: The City Was Ours
The City Was Ours. Radical Feminism in the Seventies, de Netty van Hoorn (Documentário, Holanda, 2020, 70’, V.O. holandesa, legendada em inglês, M/16)
O movimento lésbico na Holanda foi uma força motriz no seio do feminismo holandês, tendo-se fortalecido na década de 1970. Foi para além da participação em grupos de consciencialização, das manifestações e dos squats.
 
15 de Fevereiro – Terça-feira, 21h30: Silent Voice
Silent Voice, Reka Valerik (França, Bélgica, 2020, 51’, V.O. inglesa, chechena e francesa, legendada em português, M/16 anos)
Khavaj fugiu da Chechênia quando o seu irmão descobriu que era homossexual e prometeu matá-lo. Em Bruxelas, e sofrendo de mutismo, ele é forçado a viver em total anonimato para escapar da diáspora chechena.
 
16 de Fevereiro – Quarta-feira, 18h30: Famille tu me hais + debate
Famille, Tu Me Hais, Gaël Morel (Documentário, França, 2021, 51’, V.O. francesa, legendada em português, M/16 anos)
Através do retrato de um conjunto de jovens expulsos de casa por causa da sua sexualidade, Gaël Morel quer mostrar-nos o impacte de uma das piores expressões da homofobia e transfobia: aquela praticada no seio da família.
Temas a abordar no debate: Homofobia, Transfobia, Família, Redes de Apoio LGBTQI+
 
16 de Fevereiro – Quarta-feira, 21h30: Wojnarowicz
Wojnarowicz: F**k You F*ggot F**ker, de Chris McKim (Documentário, EUA, 2020, 105’, V.O. inglesa, legendada em inglês, M/16)
Num período em que Nova Iorque se torna no epicentro da epidemia da SIDA nos anos 80, Wojnarowicz empunha a sua arte como uma arma, declarando guerra à indiferença institucional perante a epidemia, até à sua morte em 1992, com 37 anos.

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