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Terça-feira, Maio 21, 2024

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Comentário semanal do eurodeputado Carlos Zorrinho aos microfones da Rádio Campanário!(c/som)

Na revista de imprensa de hoje, 19 de setembro, terça-feira, recebemos em antena o eurodeputado socialista Carlos Zorrinho, que se juntou a nós para comentar algumas das manchetes que abriram a agenda informativa de hoje.

Na ordem do dia estiveram:  com menos de 460Km, Portugal é o terceiro País Europeu que mais perdeu, estudo pedido CES diz que cerca de 100 mil portugueses têm problema de jogo com a raspadinha e as novas medidas para apoiar as famílias no que diz respeito ao Crédito à Habitação

No que diz respeito ao primeiro tema, o Eurodeputado do PS começou por referir “é uma questão absolutamente estratégica” acrescentando “um dos maiores erros estratégicos cometido pelo nosso País, atribuído a todos os governos, foi o desinvestimento na Ferrovia”

Carlos Zorrinho salienta ainda “há agora planos de recuperação” adiantando contudo “estou, no entanto, preocupado com alguns risco de atraso , nomeadamente na recuperação da Ferrovia da Beira Baixa e outras.”

“É lamentável que os governos tenham feito uma aposta muito mais rodoviária que ferroviária e hoje, por razões de economia, de ambiente, teria sido melhor se a aposta tivesse sido muito mais ferroviária” concluiu.

Relativamente ao segundo tema, o Eurodeputado Socialista começou por dizer “a nossa sociedade é uma sociedade que procura fugas e temos que refletir sobre isso.”

“Penso que algumas das medidas que o estudo vai propor podem ajudar a que haja um maior auto-controlo porque é importante evitar a adição que é uma patologia” adiantou ainda o Eurodeputado.

No que diz respeito ao terceiro e último tema, o Eurodeputado do PS começou por sublinhar “a questão da habitação em Portugal é estrutural; por um lado temos muitas habitações vazias e por outro lado preços incomportáveis” acrescentando ainda que a solução passa por “mais construção de habitação.”

Carlos Zorrinho , refere ainda, “com estas taxas de juro tão elevadas e com esta teimosia do Banco Central Europeu em achar que é a taxa de juro de referência que é a grande arma contra a inflação, são precisas medidas de curto prazo” considerando que o importante é que “os que estão mais vulneráveis não percam o direito a uma habitação digna.”

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