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Sexta-feira, Junho 14, 2024

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Criação coletiva “Pedra Angular” foi um momento singular no festival Sons do Jardim (c/fotos)

O Rossio de São Brás acolheu ontem, sábado, uma das iniciativas marcantes do Sons do Jardim. O evento de dança contemporânea PEDRA ANGULAR, criação coletiva que resulta de um convite a três artistas: Pedro Fazenda (Escultor/cenógrafo), Nélia Pinheiro (coreógrafa) e Victor Gama (compositor), inaugurou, simbolicamente, a instalação de Pedro Fazenda “Isto é um simpósio”, que permanece no Rossio até ao próximo mês de novembro, como forma de lembrar o Simpósio Internacional de Escultura em Pedra, Évora 81. Em palco, deram corpo à Pedra Angular os bailarinos Carlos Silva, Catarina Casqueiro, Constança Sierra Couto, Lua Carreira, Tersa Dias e Ricardo Henriques.

“Isto é um simpósio” serve para lugar de conversas, concertos e eventos diversos, em programação a ser anunciada. Constitui também pretexto para discutir a ocupação e utilização daquele espaço, já apropriado por desenhos, poesias e comentários feitos nas pedras. A organização é da Câmara Municipal de Évora com o apoio da Assimagra – Recursos Minerais de Portugal e de Formas de Pedra – Extracção e Comércio de Pedras Naturais, Lda.

Na noite deste domingo, dia 29, o Teatro Garcia de Resende recebe, às 21h30, o espetáculo VELA 6911’- DIÁRIO DA ANTÁRTIDA, uma obra multimédia com uma componente vídeo filmada por Victor Gama na Antártida, em Janeiro de 2012. A Peça baseia-se no diário de bordo de uma oficial do exército Sul-Africano, a tenente Lindsey Rooke, que participou num teste nuclear atmosférico realizado secretamente em 1979 próximo da costa do continente Antártico.

As entradas são livres até completarem a lotação máxima do recinto.

Fonte/Fotos: CM Évora

 

 

 

 

 

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