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Sábado, Abril 20, 2024

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Entrevista exclusiva: “Estas estratégias não são do MAI, são da sociedade que procura tornar as comunidades mais seguras e resilientes”

O Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, presidiu hoje, dia 28 de novembro, à sessão de abertura da 4.ª Conferência “MAI(s) Próximo”, promovida pelo Ministério da Administração Interna (MAI). Esta é a quarta sessão do ciclo de conferências que visa apresentar e debater três áreas fundamentais para as nossas comunidades:

A Rádio Campanário esteve presente e falou em exclusivo com o Ministro sobre os protocolos assinados com as forças de segurança, PSP, GNR e tambem com a universidade de Évora na estratégia de segurança urbana. O governante salientou : (…)estes protocolos têm duas dimensões, uma dimensão foi um acordo estabelecido entre os serviços sociais da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública, com a reitoria da universidade de Évora, tendo em vista abrir o espaço, nomeadamente os refeitórios e os espaços da universidade às nossas forças de segurança para que possam vir ao encontro da universidade conviverem com a universidade, socializarem com os alunos e, por essa via, criarem uma relação de maior proximidade com os alunos e com o conjunto da universidade, de todos os seus funcionários, garantindo por isso também condições de maior segurança para aqueles que estão na universidade de Évora e daqui fazem os seus espaços de trabalho, de estudo, de investigação e de conhecimento.

A outra dimensão é uma dimensão relacionada com 3 estratégias integradas que o Ministério da Administração Interna tem em curso e que é importante que as populações e, particularmente os alunos do ensino superior e as instituições do ensino superior possam interiorizar como suas, porque não são do MAI, são as suas estratégias, são estratégias da sociedade portuguesa, é uma estratégia integrada de segurança urbana, que procura atuar na prevenção em relação às ameaças e aos riscos de segurança.

A outra é uma estratégia integrada de segurança Rodoviária, que procura atuar sobre as principais causas dos acidentes nas estradas que provocam vítimas mortais e que provocam feridos graves, nomeadamente na condução com excesso de álcool, a condução com excesso de velocidade e a condução com o uso do telemóvel, bem como depois também estratégias para remover pontos negros nas vias nacionais e nas vias locais. Assim como também reforçar o socorro pós-acidente àqueles que necessitam desse socorro.

Depois, há uma terceira estratégia, que é a da proteção civil preventiva, que procura, digamos, estabelecer metas, políticas relativas à preparação e à capacitação dos cidadãos e das instituições em termos locais para responder às ameaças e aos riscos das alterações climáticas, aos riscos naturais, aos riscos industriais ou aos riscos de incêndio. Portanto, são 3 abordagens integradas sobre o nosso modelo de desenvolvimento no que respeita à segurança estrutural e à segurança protetiva, que agora tem um desenvolvimento no diálogo que se vai estabelecer entre os diferentes serviços do Ministério da Administração Interna e a universidade.

Perguntamos sobre os investimentos e medidas planejadas para o Alentejo que esta legislaturas já não lhe permitem executar? (…) Em curso há muitos investimentos em infraestruturas da Guarda Nacional Republicana e da Polícia de Segurança Pública. Há uma lei de programação de investimentos até 2026, que irá continuar na melhoria das infraestruturas, na melhoria dos equipamentos, vai também continuar a ocorrer. Assim espero uma valorização das condições salariais das forças de segurança vamos continuar a valorizar os esforços de investimento na proteção civil, ou seja, as prioridades estavam em curso, e é desejável que elas se mantenham no futuro.

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