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Segunda-feira, Junho 17, 2024

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“Houve alguma discussão quanto ao candidato, mas quem quer que fosse, havia sempre alguém que não estava satisfeito”, diz Joaquim Capoulas (c/som)

Decorreu no passado dia 28 de abril, a visita do presidente da APORMOR, Joaquim Capoulas, à Ovibeja, onde nos falou sobre ele mesmo poder ser um mediador entre a FIAPE e a Ovibeja, para que os certames não aconteçam ao mesmo tempo.

Joaquim Capoulas, na sua Visita, fez-se acompanhar do candidato à presidência da Confederação de Agricultores de Portugal (CAP), Álvaro Mendonça e Moura.

À margem do primeiro tema discutido, a Rádio Campanário falou também sobre o tema de o candidato ter sido diplomata e também sobre esta ser a única lista a concorrer, da qual o presidente da APORMOR faz parte.

Joaquim Capoulas, em declarações à Rádio Campanário disse que “é lista única. Eu não conhecia o candidato à presidência do CAP e eu também faço parte da lista de direção à CAP. Houve aqui alguma discussão no Alentejo sobre um diplomata integrar estas funções mas, eu entendo que, qualquer que fosse o candidato, do norte, do sul, do centro, das ilhas, haveria sempre alguém que não estaria satisfeito. Uma pessoa com este perfil, que está ligado também à agricultura, ele tem uma agricultura em Trás-os-Montes, não era conhecido neste mundo agrícola e ele vem aqui para se dar a conhecer. Aceitei fazer parte da lista antes de o conhecer, porque fui convidado, julgo que posso fazer a ponte entre todos os setores rurais do Alentejo, até porque a APORMOR como uma associação de produtores do mundo rural abrange todos os setores, desde o vinho, o azeite, a pecuária extensiva, a floresta mediterrânica, abrange tudo isso, até mesmo os agro-turismos, tudo isso nós queremos representar, porque acho que o território do interior tem que ter uma visão reintegrada, não pode ser setor por setor. Acho que posso fazer essa ponte entre todos os setores e foi por isso que aceitei. Se falhar, peço desculpa, se conseguir, não preciso darem-me os parabéns, porque sou uma pessoa humilde, não gosto de me colocar ‘em bicos de pés’, e se aceitei foi para tentar ser útil ao país e também ao nosso Alentejo”.

 

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