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Quinta-feira, Julho 25, 2024

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João Oliveira de visita a Vila Viçosa falou à Rádio Campanário sobre a crise na Grécia, a atual legislatura e as próximas eleições autárquicas (c/som e fotos)

O deputado do PCP na Assembleia da República eleito pelo círculo de Évora, João Oliveira, esteve este sábado, dia 27 de junho, pelas 19h00, de visita à I Feira Renascentista de Vila Viçosa.

João Oliveira que volta a ser o cabeça-de-lista da CDU nas próximas eleições legislativas falou com a Rádio Campanário numa entrevista onde foram abordados diversos temas.

No inicio da conversa, o deputado começou por referir que a sua visita a Vila Viçosa surgiu da perspetiva “das batalhas que aí se avizinham e da necessidade do esclarecimento para o ato eleitoral das próximas eleições legislativas que é uma matéria de grande responsabilidade em que as pessoas devem assumir com responsabilidade porque o voto não é algo que se possa utilizar de ânimo leve, e sobretudo, considerando as implicações que têm na nossa vida coletiva nos próximos anos”.

A questão da Grécia foi outro dos temas que foi abordado com João Oliveira a dizer que “a situação da Grécia confirma o acerto das propostas que o PCP vem fazendo e que a CDU assume, sem renegociar as dividas e sem os países se libertarem das imposições do euro, não é possível encontrar forma de resolvermos os problemas dos trabalhadores e dos povos”.  

Quanto às próximas eleições legislativas, o presidente do Grupo Parlamentar e membro da Comissão Política do Comité Central do PCP referiu que os mais prejudicados serão “aqueles partidos que apoiam o Governo porque os portugueses não poderão deixar de fazer o juízo de censura forte, não só pelo que o Governo fez durante 4 anos, mas sobretudo com o alinhamento contra o interesse de Portugal num momento em que devia estar a articular-se com o Governo Grego”.

Convidado a fazer o balanço da legislatura que está quase a findar, João Oliveira disse, “se não fosse o deputado da CDU, os problemas e as dificuldades que as pessoas sentem no distrito não tinham chegado à Assembleia da República”.

 

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