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Ministério da Agricultura prorrogou prazo de candidaturas ao Pedido Único 2023 até dia 31 de julho

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O Ministério da Agricultura e Alimentação prorrogou até 31 de julho o prazo das candidaturas ao Pedido Único 2023, no âmbito do Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC).

Segundo a Agência Lusa, o ministério justifica a prorrogação com o “contínuo e partilhado esforço de resolução das dificuldades sentidas pelos agricultores”, tendo em conta o aumento do número de candidaturas.

Maria do Céu Antunes, citada no comunicado, posteriormente citado pela Lusa, a Ministra da Agricultura e Alimentação refere que “Reconhecemos isso e queremos corresponder ao que são consideradas as condições necessárias ao sucesso de todo o processo”.

Esta é a segunda prorrogação do prazo de candidaturas ao Pedido Único, uma vez que já havia sido feita uma prorrogação anteriormente até ao dia 14 de julho, passando agora o prazo de candidaturas para dia 31 de julho.

No passado dia 6 de julho, as uatro organizações de cúpula do setor agro em Portugal – Associação dos Jovens Agricultores de Portugal (AJAP), Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e a Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal (CONFAGRI), já haviam manifestado a sua preocupação com o atual processo de candidaturas ao Pedido Único 2023, alegando existência de uma baixa taxa de execução.

Em contrapartida, o Ministério da Agricultura destacou, segundo a Lusa, que “tem correspondido de forma rápida e eficaz” com apoios aos acontecimentos excecionais de 2022 e 2023, nomeadamente com apoios aos custos energéticos e medidas para fazer face aos aumentos dos custos de produção inseridos no Pacto para a Estabilização e Redução dos Preços dos Bens Alimentares, que “já permitiram transferir, para os agricultores, cerca de 300 milhões de euros”.

Este pedido abrange os pagamentos diretos, os apoios associados, ecorregimes, desenvolvimento rural, pagamentos da rede natura, a manutenção da atividade agrícola em zonas desfavorecidas e as medidas florestais.

 

 

Fonte: Lusa

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