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Quinta-feira, Fevereiro 22, 2024

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Nova Sondagem: Aproxima PS e AD com Pedro Nuno Santos à Frente.

A sondagem realizada pela Aximage para a TSF, JN e DN revela uma recuperação da nova AD, que agora se aproxima mais do PS. Pedro Nuno Santos continua a ser o nome mais apontado para assumir o cargo de primeiro-ministro. O Bloco de Esquerda regista um aumento, contribuindo para uma vantagem, ainda que ténue, da esquerda sobre a direita, num contexto de empate técnico. Se em dezembro a diferença entre as duas principais forças era de 9 pontos, agora esta margem reduziu-se para 5,3 pontos.

Pedro Nuno Santos, mesmo com uma descida face ao mês anterior, ainda é considerado por 51% dos inquiridos como o mais provável próximo primeiro-ministro. Luís Montenegro, por outro lado, regista uma tendência ascendente, alcançando agora 29% das preferências.

Nesta sondagem, os restantes partidos mantêm-se estáveis, destacando-se o Chega em terceiro lugar, ainda que com uma ligeira queda para 16,2%. O Bloco de Esquerda, por sua vez, sobe quase dois pontos, fixando-se agora nos 8%, e reforça a sua posição face à Iniciativa Liberal.

O partido de Rui Rocha ocupa a quinta posição com 4,1%, seguido pelo PAN com 2,9% e pela CDU com 2,6%. O Livre mantém-se com 1,9% das intenções de voto.

A instabilidade é a palavra escolhida por metade dos inquiridos para descrever o cenário pós-eleitoral, com apenas 37% a acreditar num clima de estabilidade política, maioritariamente entre eleitores do PS. A hipótese de uma maioria absoluta parece distante, segundo 70% dos participantes da sondagem, que duvidam que PS ou PSD consigam alcançá-la.

Quando se fala na melhor solução governativa, as coligações são as preferidas, tanto à direita (26%) como à esquerda (25%). As intenções de voto no PS, BE, PAN, CDU e Livre, partidos com histórico de acordos parlamentares, somam 48,1%, ultrapassando os 47,8% que seriam obtidos pela soma de AD, IL e Chega. Sem contar com o Chega, AD e IL atingem 31,6%, enquanto PS e Bloco rondam os 40%.

A inclusão do Chega num eventual governo de direita é rejeitada por 52% dos inquiridos, enquanto aproximadamente 30% veem tal possibilidade com bons olhos.

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