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baixo alentejo

Comando de Beja da GNR reforçado com 9 novos Guardas Florestais

Regional 23 Abr. 2020

O Comando Territorial de Beja da Guarda Nacional Republicana (GNR), conta desde a passada segunda-feira, com mais nove Guardas Florestais.

De acordo com o Lidador Notícias, os novos Guardas Florestais reforçam a estrutura do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA), que até agora tinha cinco guardas, distribuídos por quatro destacamentos (Beja, Almodôvar, Moura e Odemira).

Os novos Guardas Florestais foram colocados no Núcleo de Proteção Ambiental de três Destacamentos Territoriais, sendo 5 no Destacamento Territorial de Beja, 3 no Destacamento Territorial de Odemira e 1 no Destacamento Territorial de Moura.

De salientar que os novos elementos vão reforçar o SEPNA da Guarda Nacional Republicana e, enquanto órgão polícia criminal, têm como missão fiscalizar e investigar os ilícitos nos domínios florestal, da caça e da pesca.

O período de formação dos 156 novos guardas florestais teve início em 21 outubro de 2019 e o encerramento do curso ocorreu a 17 de abril de 2020.

Em causa estava o concurso de admissão de 200 guardas florestais da GNR, em que foram recebidas 2.844 candidaturas recebidas, das quais 2.353 foram consideradas válidas a concurso, mas em formação contabilizam-se, neste momento, 156 elementos, dos quais 11 mulheres. Os postos de trabalho de guardas florestais por ocupar foram devido à desistência de 44 formandos.

Segundo o Lidador Notícias, a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) justificou que o início de funções pelos novos guardas-florestais, que se juntam aos cerca de 3090 já existentes “põe fim à extinção da carreira determinada em 2006 por um outro governo do PS de que era Ministro da Administração Interna, António Costa”, justificam.

A FNSTFPS salientou que apesar de estarem ao serviço “a formação que os novos guardas-florestais receberam para o desempenho das funções não está completa, porquanto falta o módulo relativo à investigação das causas dos incêndios florestais, indispensável para o cabal desempenho destes profissionais”, rematam.