Turismo

Turismo do Alentejo foi o que mais cresceu em 2018: “não nos preocupa o crescimento, preocupa-nos ter excelência”, diz Ceia da Silva (c/som)

Regional 17 Abr. 2018

O passado mês de fevereiro foi bastante bom para o turismo em Portugal, tendo-se registado um aumento das dormidas em todas as regiões, com destaque para o Alentejo, que cresceu mais 10,6%, face ao mesmo período do ano passado. De resto, a região foi a que mais cresceu, seguida dos Açores (+9,9%) e do Norte (+9,7%), segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados na passada sexta-feira, 13 de abril. Em declarações à Rádio Campanário (RC), o Presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo, António Ceia da Silva, destaca a qualidade dos serviços face aos números do crescimento.

“Continuamos a subir e a subir de uma forma muito considerável, aliás, fomos a região que mais subiu nestes primeiros dois meses”, o que significa que “nós continuamos a marcar a diferença para melhor”, resultado de “um esforço coletivo, das autarquias, das entidades, dos agentes privados”, diz o Presidente da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo. Ao mesmo tempo, António Ceia da Silva realça que “não nos preocupa o crescimento, preocupa-nos ter qualidade, ter excelência, procurar servir da melhor forma o sector, ter indicadores interessantes e relevantes ao nível da região”.

O Alentejo foi também a região que registou a maior taxa de variação nas dormidas de cidadãos estrangeiros, com um aumento de 28% face ao mesmo período de 2017. O que “significa que o Alentejo começa a ser procurado também pelo turismo internacional”, algo que resulta da “um trabalho de muitos anos, em articulação com a Agência de Promoção Externa e que começa agora a dar os seus frutos”, oferecendo aos visitantes “produtos alternativos”, explica António Ceia da Silva à RC.

Segundo o mesmo, “estamos de facto a crescer acima da mítica Lisboa, do Porto, que se houve falar tanto nas televisões”, além disso “crescemos nuns proveitos muito acima da média”, o que significa que “temos hoje não só mais turistas, mas melhores turistas”, ou seja “um turista que consome mais, um turista que é muito importante para os produtos endógenos”.

A nível nacional, “os estabelecimentos hoteleiros e similares registaram 1,2 milhões de hóspedes e 2,9 milhões de dormidas em fevereiro de 2018, correspondendo a variações de +6,5% e +6,2%, acelerando face a janeiro (+3,7% e +4,9%, respetivamente)”, refere o estudo do INE.

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